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Aeroportos/Aeródromos / Re: Novo aeroporto de Lisboa
« Última mensagem por Acácio Pires em Hoje às 03:03:31 »
Citação
Também posso fazer coordenação com a força aerea em pegões/vendas novas, ou não
se o campo de tiro se encontrar imediatamente a norte nos corredores das aeronaves não. Uma vez que impossibilita a sua utilização para o seu fim. No Montijo os corredores não passam pelo campo de tiro e a coordenação é com as aeronaves que usam o campo de tiro e tem diversos sectores de aproximação que podem cruzar os referidos corredores.

esqueça a TTT o estado não tem €€€ para isso agora nem tão cedo vamos andar a livarnos da carga da divida durante os próximos 20 anos, isto porque os estados politicamente tem muita dificuldade de justificar perante quem vota superavits, ver a comoção este ano com o deficit de 0.2% isto é ainda gastamos mais do que pagamos em impostos e mesmo assim o pessoal ta irritado.

O resto do dinheiro que o Acacio encontra nas árvores da Europa esquece que a área metropolitana de Lisboa já tem um rendimento per capita superiora a media europeia, logo dificulta e muito isso. em particular se quiser alocar a exclusividade dos fundos europeus nessa área.

Sabe isto é muito simples se o estado tivesse um esquema qq para fazer a ponte ela já estava feita, obra rende votos, e tambem rende pareceres a companhias de advogados muito sérios da nossa praça. ela não se faz porque o estado não encontra €€€€ para isso.

1- Aos corredores aéreos utilizados para os treinos no CTA, talvez possam ser adaptados, remodelados, reorganizados em função da nova infraestrutura. Se foi assim para o Montijo talvez também se possa fazer qualquer coisinha. Por exemplo utilizar preferênsialmente os corredores norte-sul em deterimento dos este-oeste. Os militares da base dizem que qualquer solução implica a desactivação do CTA. Eu não sei mas como o CTA é tão grande taçvez haja espaço para reorganizar as operações de treino.

2 -Essa conversa do não há dinheiro, tem que ser confrontada com números. Em 2017 o Estado investiu um total de 4137 milhões. Em 7 anos como, disse antes, o Estado terá com certeza 50 milhões de euros por ano para investir na TTT, ainda por cima será reembolsado pelo fundo de promoção do turismo sustentável.

3 -Os fundos europeus disponíveis são fundos disponíveis para infra-estruturas ferroviárias não dependem da região onde são feitos.

http://www.cec.org.pt/blog/2018/03/06/comissaria-europeia-inaugura-tres-projetos-investimento-na-ferrovia-portugal/

Como se pode ver no link. Fui muito modesto no valor comparticipado por fundos europeus.

O ideal será obviamente ter projectos que possam ser inseridos nas redes transeuropeias . Ligar Lisboa a Madrid por comboio competitivo em termos de tempo com o avião (atenção contar com o tempo de embarque, desembarque e transporte para o centro da cidade). Isto se quisermos uma contribuição comunitária mais robusta.
Nada que não se possa e deva fazer.
O Passos Coelho já perdeu as eleições à 4 anos e os partidos que apoiam o governo são favoráveis a este tipo de projectos e, de acordo com as sondagens têm 2/3 dos votos.
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Aeroportos/Aeródromos / Re: Novo aeroporto de Lisboa
« Última mensagem por Acácio Pires em Hoje às 02:12:43 »
hahahah a taxa turística serve para tudo, mas o que parece a câmara de Lisboa já a alocou para aquela coisa do web vomit. piramidal.

mas vamos a continhas quanto facturou este ano
(Em 2017, a Câmara encaixou 18,5 milhões de euros) se fosse de 10 euros e não perdesse um passageiro que fosse seria de 185 milhoes.

Mas ia perder muitos muitos passageiros no lowcost o impacto seria muito significativo. portanto reduzindo o tráfego em.. 20%??? temos que essa taxa turística seria algo como 150 milhoes.

ok ta aqui o máximo que pode sacar disto, e pode ter a certeza que caio o Carmo  a Trindade e depois a Câmara, catrapilada por esses sector sem qq poder que é o do turismo.

Quere-me parecer que o caro Nuno está a exgerar um pouco na elasticidade do preço das viagens.
Se não vejamos:

Histórico do volume de passageiros em Portugal:

1970   3357563   
1971   3833637   12.42%
1972   4499250   14.79%
1973   5008421   10.17%
1974   4630037   -8.17%
1975   4389158   -5.49%
1976   4652056   5.65%
1977   5565317   16.41%
1978   5895747   5.60%
1979   6392105   7.77%
1980   6174438   -3.53%
1981   6367372   3.03%
1982   6568660   3.06%
1983   6589398   0.31%
1984   6735806   2.17%
1985   7541969   10.69%
1986   8281343   8.93%
1987   9122720   9.22%
1988   9887450   7.73%
1989   10612203   6.83%
1990   11520729   7.89%
1991   11054871   -4.21%
1992   13120606   15.74%
1993   12930151   -1.47%
1994   13961778   7.39%
1995   14888671   6.23%
1996   15110995   1.47%
1997   15927817   5.13%
1998   17834911   10.69%
1999   19556574   8.80%
2000   20804073   6.00%
2001   20703095   -0.49%
2002   20260941   -2.18%
2003   21061256   3.80%
2004   22516881   6.46%
2005   23339430   3.52%
2006   25141216   7.17%
2007   27386457   8.20%
2008   28056856   2.39%
2009   27150670   -3.34%
2010   28817341   5.78%
2011   30686190   6.09%
2012   31081902   1.27%
2013   32609829   4.69%
2014   35675891   8.59%
2015   39600921   9.91%
2016   45251801   12.49%
2017   52673096   16.40%

Fonte PORDATA


Agora vejamos os preços da gasolina em euros

Anos   Gasolina Super com Chumbo ou Aditiva (Euro/litro)   Variação
1960   0,02   
1961   0,03   33,33%
1962   0,03   0,00%
1963   0,03   0,00%
1964   0,03   0,00%
1965   0,03   0,00%
1966   0,03   0,00%
1967   0,03   0,00%
1968   0,03   0,00%
1969   0,03   0,00%
1970   0,03   0,00%
1971   0,03   0,00%
1972   0,03   0,00%
1973   0,03   0,00%
1974   0,06   50,00%
1975   0,06   0,00%
1976   0,09   33,33%
1977   0,11   18,18%
1978   0,13   15,38%
1979   0,17   23,53%
1980   0,22   22,73%
1981   0,26   15,38%
1982   0,30   13,33%
1983   0,39   23,08%
1984   0,48   18,75%
1985   0,55   12,73%
1986   0,56   1,79%
1987   0,57   1,75%
1988   0,59   3,39%
1989   0,62   4,84%
1990   0,68   8,82%
1991   0,73   6,85%
1992   0,73   0,00%
1993   0,75   2,67%
1994   0,77   2,60%
1995   0,78   1,28%
1996   0,81   3,70%
1997   0,84   3,57%
1998   0,84   0,00%
1999   0,83   -1,20%
2000   0,91   8,79%
2001   0,95   4,21%
2002   0,97   2,06%
2003   1,02   4,90%
2004   1,09   6,42%
2005   1,21   9,92%
2006   1,35   10,37%
2007   1,39   2,88%
2008   1,46   4,79%
2009   1,31   -11,45%
2010   1,48   11,49%
2011   1,65   10,30%
2012   1,75   5,71%
2013   1,72   -1,74%
2014   1,68   -2,38%
2015   1,59   -5,66%
2016   1,55   -2,58%

Fonte PORDATA

Não consegui encontrar um indicador melhor do que este. O ideal seria o preço médio das viagens com origem e destino em portugal. mas como os combustíveis são uma componente decisiva do preço final da viagem achei que poderia ilustrar o exercício.

Se o Nuno, o toto, o Faro, o rafael ou outro estimado foristas tiverem uma série longa sobre o preço médio das viagens com origem e destino em Portugal seia fantástico para podermos ver o comportamento do número de passageiros.

Ora caro Nuno. o número de passageiros na Portela o ano passado superou os 26 milhões e este ano deve ficar um pouco acima disso.

Se a queda fosse de 26 milhões de passageiros para 15 milhões. teríamos uma queda de 73.33% no número de passageiros.
Consegue encontrar uma queda de desta magnitude em qualquer ano da série desde 1970?

Se tivessesmos um preço médio por passagem aérea nos 250 Euros, um aumento de 10 Euros representaria uma aumento de 3.85% no preço.

Pelo que observámos nas séries atrás apresentadas um aumento dessa magnitude corresponderia talvez à estabilização do número de passageiros.

Isso não corresponderia necessáriamente a uma diminuição das receitas turísticas como o Algarve já este ano demonstrou.

Estou a pensar bem Nuno?
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TAP / Re: TAP - Novidades Frota
« Última mensagem por japenunes em Hoje às 01:45:12 »
japenunes tem a certeza de que o TNX e o TNW vao ter sharklets retrofit? Em tempos foi dito que os contratos de leasing com esses avioes nao permitia esse tipo de modificacoes na aeronave. Idem para o TNY.
Claro que isso pode ter mudado entretanto ...

Ah, disso estava fora. Há algum tempo disseram-me que todos os aviões a partir do CS-TNP seriam equipados com sharklets, não me recordo se foi antes ou depois da chegada do TNW e do TNX, mas tenho ideia de ter sido já com ambos na frota. Quando falaram em 10 A320 na menagem acima, apenas presumi que seriam os 2 seguintes que estavam em falta. A mesma pessoa disse-me que o CS-TNV seria o último A320ceo a sair da TAP, em 2029, mas novamente, não sei se o W e X já entravam nessa previsão na altura.
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Quarta-Feira, 24 de Outubro de 2018:

ETA  ETD    Companhia  Avião Registo 
10:00  17:50  HiFly  Airbus A330-202  CS-TQP 
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Aeroportos/Aeródromos / Re: Novo aeroporto de Lisboa
« Última mensagem por nunopinheiro em Hoje às 00:36:28 »
Citação
Também posso fazer coordenação com a força aerea em pegões/vendas novas, ou não
se o campo de tiro se encontrar imediatamente a norte nos corredores das aeronaves não. Uma vez que impossibilita a sua utilização para o seu fim. No Montijo os corredores não passam pelo campo de tiro e a coordenação é com as aeronaves que usam o campo de tiro e tem diversos sectores de aproximação que podem cruzar os referidos corredores.

esqueça a TTT o estado não tem €€€ para isso agora nem tão cedo vamos andar a livarnos da carga da divida durante os próximos 20 anos, isto porque os estados politicamente tem muita dificuldade de justificar perante quem vota superavits, ver a comoção este ano com o deficit de 0.2% isto é ainda gastamos mais do que pagamos em impostos e mesmo assim o pessoal ta irritado.

O resto do dinheiro que o Acacio encontra nas árvores da Europa esquece que a área metropolitana de Lisboa já tem um rendimento per capita superiora a media europeia, logo dificulta e muito isso. em particular se quiser alocar a exclusividade dos fundos europeus nessa área.

Sabe isto é muito simples se o estado tivesse um esquema qq para fazer a ponte ela já estava feita, obra rende votos, e tambem rende pareceres a companhias de advogados muito sérios da nossa praça. ela não se faz porque o estado não encontra €€€€ para isso.
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Aeroportos/Aeródromos / Re: Novo aeroporto de Lisboa
« Última mensagem por Acácio Pires em Hoje às 00:27:42 »
hahahah a taxa turística serve para tudo, mas o que parece a câmara de Lisboa já a alocou para aquela coisa do web vomit. piramidal.
Não é uma taxa camarária é uma taxa metropolitana aplicada a todos os mais de 25 milhões de passageiros que todos os anos usam a Portela.
O Nuno vai conseguir encontrar lacunas, com certeza e eu vou agradecer-lhe.
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Aeroportos/Aeródromos / Re: Novo aeroporto de Lisboa
« Última mensagem por Acácio Pires em Hoje às 00:25:50 »
Acácio esqueça la isso pode dar as voltas que quiser mas não temos dinheiro para um NAL tão simples quanto isso o estado esta falido 6.5 mil milhões em juros a 4% são 260 milhões todos os anos sem amortizar qualquer capital. A vinci/ANA não se mete nisso porque o seu lucro anual de todos os aeroportos combinados não chega a isso (248 milhões em 2017). para não falar que é preciso amortizar o capital.  (não que o investimento da Vinci fosse esse, esse seria na ordem dos 5- 5.5 mil milhões descontando a TTT)

Já falámos sobre isto, ninguém defende um NAL de raíz.
Eu estou a discutir a localização do +1.
A Portela será desactivada de acordo com o plano qua a ANA terá que apresentar tal como também está previsto no contrato de conceção.
O problema é que o Governo diz que não vai fazer TTT violando o PROTAML e isso condiciona fortemente a localização do +1.
Com o Montijo inviável vai ter que ser reconsiderada a construção da TTT. Este para mim é o problema chave.
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Aeroportos/Aeródromos / Re: Novo aeroporto de Lisboa
« Última mensagem por nunopinheiro em Hoje às 00:22:15 »
hahahah a taxa turística serve para tudo, mas o que parece a câmara de Lisboa já a alocou para aquela coisa do web vomit. piramidal.

mas vamos a continhas quanto facturou este ano
(Em 2017, a Câmara encaixou 18,5 milhões de euros) se fosse de 10 euros e não perdesse um passageiro que fosse seria de 185 milhoes.

Mas ia perder muitos muitos passageiros no lowcost o impacto seria muito significativo. portanto reduzindo o tráfego em.. 20%??? temos que essa taxa turística seria algo como 150 milhoes.

ok ta aqui o máximo que pode sacar disto, e pode ter a certeza que caio o Carmo  a Trindade e depois a Câmara, catrapilada por esses sector sem qq poder que é o do turismo.
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Aeroportos/Aeródromos / Re: Novo aeroporto de Lisboa
« Última mensagem por Acácio Pires em Hoje às 00:16:27 »

PS: eu tambem acho que nao faz sentido outra ponte para trazer mais carros para Lisboa. Mas tenho nocao do pais onde vivo e sei que isso era completamente inviavel politicamente.


*Ja para nao falar que no inicio a taxa turistica era para "investimento em infraestruturas, requalificação do património histórico, cultural e artístico  e na preservação dos biomonomentos e dos geomonomentos em toda área metropolitana de lisboa conseguiriamos financiar nos próximos os investimentos necessários à qualificação da região metropolitana." e depois passou a ser para pagar a TTT.

Caro toto estas duas questões tinham ficado por responder e tenho que agradecer-lhe muito por coloca-las.

1 - O país em que vivemos teve incêndios catastróficos o ano passado e vai ter anos cada vez mais difíceis devido a períodos de estiagem cada vez mais duros. Somos um dos países da Europa que vai sofrer efeitos mais intensos do processo de aquecimento global.
Cada vez mais pessoas têm consciência de que este problema é talvez o maior do nosso tempo. Não me parece dificil convencer o publico de que a melhor opção será construir uma ponte ferroviária preparada para no futuro quando todos os automóveis forem elétricos, autónomos e de utilização pública, se possa vazer um tabuleiro rodoviário.
Não vai ser fácil é convencer a Lusoponte! Hehehee.

2 - Taxa para a promoção do turismo sustentável. Como é sabido seria financiada por uma taxa unica de 10 euros por passageiro, o que contribuiria para moderar ao mesmo tempo o excesso de procura e a melhorar a capacidade de adaptação da AMLà pressão turística excessiva. Os objectivos desta taxa são os que caro toto cita, mas eles são alcançados de forma sequencial e faseada.
Assim temos:
a) As receitas da taxa até aos 250 milhões de euros anuais seriam investidas em infraestruturas (TTT e outras infrestruturas de transporte sustentável da região metropolitana)
b) As receitas acima de 250 milhões de euros anuais e até aos 350 milhões de euros anuais seriam investidas na requalificação do património histórico, cultural e artístico
c) As receitas acima dos 350 milhões de euros e até aos 400 milhões de euros anuaisseriam investidas em na preservação dos biomonomentos e dos geomonomentos em toda área metropolitana de lisboa
Evidentemente a TTT ferroviária e o ramal até ao aeroporto no valor de 1800 milhões de euros seria também financiada por fundos europeus e pelo fundo de carbono e por alguma dívida pública a juros negativos que seria reembolsada pelos refridos fundos nos prazos de 2 a 3 anos.
Mais concretamente o financiamento de 1800 milhões de euros durante os 7 anos que duraria o estudo, contratação e execução da obra seria realizado assim:
a) 550 milhões de euros vindos de fundos europeus para a promoção da ferrovia
b) 700 milhões de euros vindos do fundo para promoção do turismo sustentável, 100 milhões ao ano
c) 210 milhões do fundo de carbono 30 milhões de euros ao ano
d) 350 milhões de dívida pública, 50 milhões de euros ao ano estes valores serão reembolsados pelo fundo para a promoção do turismo sustentável

O país não pagará um cênntimo de juros com esta operação, já que as emissões do IGCP a 2 e a 3 anos têm estado com juros negativos e com a crise global que se aproxima não é crível que os juros aumentem dados os mecânismos entretanto criados para gerir o eurosistema, que não sendo bastantes, são já suficientemente robustos para autorizar o BCE intervir no mercado de dívida pública.

Construindo a TTT e o ramal de acesso ao NAL de Pegões/Vendas Novas, ficaríam ainda libertos 150 milhões de euros por ano para investir noutras infraestruturas de transporte sustentável necessárias.

Quando chegassemos aos 35 milhões de passageiros na Portela, lá para meados da próxima década, sendo pessimista, teríamos um plafond anual de 100 milhões de euros para investir na requalificação do património histórico, cultural e artístico.

E a partir aí as áreas protegidas da AML não teríam problemas de financiamento uma vez que contariam com receitas crescentes até aos 50 milhões de euros anuais.

Espero não ter cometido nenhum lapso.

Mas se cometi os meus caros amigos notalo-ão com certeza.
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Aeroportos/Aeródromos / Re: Novo aeroporto de Lisboa
« Última mensagem por nunopinheiro em Ontem às 23:48:45 »
Acácio esqueça la isso pode dar as voltas que quiser mas não temos dinheiro para um NAL tão simples quanto isso o estado esta falido 6.5 mil milhões em juros a 4% são 260 milhões todos os anos sem amortizar qualquer capital. A vinci/ANA não se mete nisso porque o seu lucro anual de todos os aeroportos combinados não chega a isso (248 milhões em 2017). para não falar que é preciso amortizar o capital.  (não que o investimento da Vinci fosse esse, esse seria na ordem dos 5- 5.5 mil milhões descontando a TTT)

A vinci só estará disposta a investir capital com um custo um pouco superior aquele que esse investimento pode gerar num horizonte relativamente curto.

Ou de forma simplista a Vinci não devera gastar com a divida/amortização muito mais do que 1/3 dos seus lucros ou aproximadamente  80 milhoes ano com este valor e a um empréstimo digamos que a 30 anos da para calcular mais o menos o valor que a vinci estará disposta a gastar nisto aproximadamente,.... 1100 milhões. 

O resto é simplesmente wishfullthinking. se o estado fosse rico acreditava nisso de investimentos estratégicos ele la metia o dinheiro a frente, como andamos aqui com uma mão a frente outra atrás, cheios de medo da próxima crise que já aí vem nem vale a pena pensar no assunto.

Isto para não falar que a Pobre da TAP não consegue financiar essa mudança de operações para esse NAL e escalar a operação de forma a evitar a inevitável concorrência em massa de Low cost nessa estructura, neste momento A TAP esta muito bem na portela e só agradecia que lhe dessem mais algumas slots mas não muitas de preferência "roubadas" as Low Cost. a TAP deve ter os seus investimentos mais que planeados e definidos para a próxima década com a mudança de frota em curso.

A solução será Portela +1 porque é o que todos os players querem. ANA/VINCI TAP, LOWCost.

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