Leia atentamente as regras do fórum. Insultos e ataques pessoais a outros membros serão punidos.

Resposta

Aviso - enquanto esteve a ler, foram enviadas 3 novas respostas a este tópico. Verifique se quer voltar a ler o tópico.

Nota: esta mensagem não irá aparecer até ter sido aprovada por um moderador.

Nome:
Email:
Verificação:

Atalhos: pressione alt+s para enviar ou alt+p para pré-visualizar


Resumo do Tópico

Enviado por: toto1100
« em: 28 de Maio 2020, 15:14:49 »

Enviado por: pedferre
« em: 29 de Abril 2020, 15:34:57 »

Também agora já não existe pressa já ninguem precisa dele. :)
Enviado por: lrad
« em: 12 de Fevereiro 2020, 18:08:41 »

Alguém disse que o 737max iria ser agora o avião mais seguro de sempre
Enviado por: toto1100
« em: 12 de Fevereiro 2020, 15:16:26 »

FAA says approaching 737 MAX test flight, awaits Boeing proposals: https://www.reuters.com/article/us-singapore-airshow-faa/faa-says-approaching-737-max-test-flight-awaits-boeing-proposals-idUSKBN205100

Embora o titulo diga so "test flight" o que fala a noticia sao voos para certificacao, nao simples voos da Boeing.
Enviado por: Nakano
« em: 11 de Fevereiro 2020, 18:33:58 »



Voo de teste
Enviado por: toto1100
« em: 04 de Fevereiro 2020, 15:12:46 »

Nestes sectores altamente competitivos e de importância estratégica para determinados países não há anjos e demónios só duns lados.
Importantes quadros da Airbus foram sendo obrigados a sair da empresa nos últimos anos devido a problemas de corrupção na venda de produtos, assunto que se tem tratado com alguma discrição pois para vender para certos países muitas vezes tem que ser mesmo assim. Seja com aviões, submarinos ou comboios.
E o A380, um fracasso que se calhar nasceu duma certa megalomania e agora os vários países que emprestaram milhares de milhões ao projecto e apenas um terço foi pago... vão recebe-lo? O A400 também foi complicado, e por aí fora.

Cada filosofia, mais americana, mais europeia, tem vantagens e desvantagens.

Off topic, mas ja que falaste disso da corrupcao, ainda outro dia (tipo ha 1 ou 2 semanas) a Airbus concordou pagar €3.6 mil milhoes por causa disso.
E parece que vai haver mais investigacoes relacionadas com o assunto, por isso nao vai provavelmente ficar por aqui: https://www.reuters.com/article/us-airbus-probe/airbus-bribery-scandal-triggers-new-probes-worldwide-idUSKBN1ZX2MW
Enviado por: Adob
« em: 30 de Janeiro 2020, 18:36:04 »

Isso nao é bem assim do 787. A Boeing ja deu por perdido ("write off") o investimento do 787, o que entra agora nas contas é so o custo de producao, que agora ja da lucro (desde o aviao ~250 ou por ai). Ja ha bastantes anos que assumiram que o custo total do programa nao ia ser pago.
Nos ultimos anos tambem tem dado como perdido imenso dinheiro do 767 tanqueiro.

Ainda o ano passado entraram em vigor novas regras de contabilidade aplicaveis tanto á Airbus como á Boeing, que obrigam a que as receitas previstas para o backlog de avioes tenha em conta o valor real de venda que esta nos contratos, e nao o valor de catalogo.

Penso que estás a confundir com o A380 (a Airbus, sim, fez write-off do investimento).

Como disse, contabilisticamente, os 787 ainda não dão lucro à Boeing. Em 2018 estimava-se que só perto da unidade 1200 começariam a gerar um cashflow positivo. Até Dezembro 2019 foram produzidos 939 e no Q42019 ainda tinham quase 19 mil milhões de dólares em "deferred production costs".

E o anúncio recente do corte de produção para 10/mês não vai ajudar.

Diga-se também que a Boeing foi muito agressiva comercialmente nos últimos 2-3 anos na venda do 787 (para tentar "matar" o A330neo) e isso atrasa a recuperação desses custos diferidos.
Enviado por: CS-TUK
« em: 29 de Janeiro 2020, 20:31:01 »

Vamos lá deixar o "tecniquês" financeiro de lado que pouco importa e olhemos para o lado prático das coisas: O que é que vos parece que vai acontecer a uma empresa que está:

1. Praticamente proibida de vender o seu produto mais significativo no mercado, mantendo 400 exemplares do mesmo parados à espera de reparação;
2. A reduzir a produção do 2º modelo mais significativo por falta de encomendas;
3. A indemnizar clientes por falhas de fabrico no mesmo 2º modelo mais significativo.
3. A acumular atrasos no início de produção de um 3º modelo significativo?

Creio que a resposta não será difícil de adivinhar... Esperemos que isto se resolva o mais rápido possível, ie., preferencialmente ainda durante o 1º semestre deste ano...
Enviado por: VNE
« em: 29 de Janeiro 2020, 13:26:31 »

Resultados de 2019: receitas de $76.6 mil milhoes (menos 24%), prejuizos de 600 milhoes, o que é o primeiro prejuizo anual desde 1997.
Mais detalhes aqui: https://s2.q4cdn.com/661678649/files/doc_financials/2019/q4/4Q19-Press-Release.pdf

Acredite se quiser!
Enviado por: toto1100
« em: 29 de Janeiro 2020, 13:24:47 »

Resultados de 2019: receitas de $76.6 mil milhoes (menos 24%), prejuizos de 600 milhoes, o que é o primeiro prejuizo anual desde 1997.
Mais detalhes aqui: https://s2.q4cdn.com/661678649/files/doc_financials/2019/q4/4Q19-Press-Release.pdf
Enviado por: toto1100
« em: 29 de Janeiro 2020, 10:32:16 »

Enviado por: pedferre
« em: 28 de Janeiro 2020, 11:44:33 »

A Boeing transformou-se numa empresa financeira gerida para administradores accionistas e virada para o lucro dos mesmos.
A Airbus tem a vantagem/desvantagem de estar mais a salvo destes especuladores porque os accionistas principais são os estados (Alemanha/França), embora tenha o incoveniente (que eu mesmo assim acho menor uma vez que os alemães não brincam em serviço) de ter mais interferência governamental.
Se fosse uma empresa meramente francesa já seria uma baderna, mas como tem lá os alemães (com o seu pragmatismo) está mais equilibrada. :)

Nestes sectores altamente competitivos e de importância estratégica para determinados países não há anjos e demónios só duns lados.
Importantes quadros da Airbus foram sendo obrigados a sair da empresa nos últimos anos devido a problemas de corrupção na venda de produtos, assunto que se tem tratado com alguma discrição pois para vender para certos países muitas vezes tem que ser mesmo assim. Seja com aviões, submarinos ou comboios.
E o A380, um fracasso que se calhar nasceu duma certa megalomania e agora os vários países que emprestaram milhares de milhões ao projecto e apenas um terço foi pago... vão recebe-lo? O A400 também foi complicado, e por aí fora.

Cada filosofia, mais americana, mais europeia, tem vantagens e desvantagens.
Para já é a filosofia americana que está em desvantagem.
Enviado por: Rex
« em: 28 de Janeiro 2020, 11:21:32 »

A Boeing transformou-se numa empresa financeira gerida para administradores accionistas e virada para o lucro dos mesmos.
A Airbus tem a vantagem/desvantagem de estar mais a salvo destes especuladores porque os accionistas principais são os estados (Alemanha/França), embora tenha o incoveniente (que eu mesmo assim acho menor uma vez que os alemães não brincam em serviço) de ter mais interferência governamental.
Se fosse uma empresa meramente francesa já seria uma baderna, mas como tem lá os alemães (com o seu pragmatismo) está mais equilibrada. :)

Nestes sectores altamente competitivos e de importância estratégica para determinados países não há anjos e demónios só duns lados.
Importantes quadros da Airbus foram sendo obrigados a sair da empresa nos últimos anos devido a problemas de corrupção na venda de produtos, assunto que se tem tratado com alguma discrição pois para vender para certos países muitas vezes tem que ser mesmo assim. Seja com aviões, submarinos ou comboios.
E o A380, um fracasso que se calhar nasceu duma certa megalomania e agora os vários países que emprestaram milhares de milhões ao projecto e apenas um terço foi pago... vão recebe-lo? O A400 também foi complicado, e por aí fora.

Cada filosofia, mais americana, mais europeia, tem vantagens e desvantagens.
Enviado por: pedferre
« em: 28 de Janeiro 2020, 11:09:57 »

Não é só a Boeing são quase todas.... Chegada a uma determinada dimensão apenas o valor bolsista conta... É o único objetivo do CEO, é para isso que é lá colocado pelos acionistas...

O objetivo é o lucro e esse é colhido pela valorização expeculativa das ações da companhia... É um senhor problema e apenas a falha de diversas destas companhias sem o estado a vir salvar pode mudar as coisas um bocadinho...

O modelo alemão ajuda um bocadinho mas mesmo aí eles contornaram a coisa com sub empresas fábricas que trabalham para a empresa mãe que é essencialmente um guarda chuva financeiro da coisa..
Mas a Boeing agora está a pagar as favas desse modelo que seguiram, mais cedo ou mais tarde os custos chegam... o último grande problema que a Airbus teve foi na discrepância do desenho dos sistemas no A380 entre a parte francesa e a parte alemã à mais de 10 anos.

P.S: E foi apenas um problema de "desorganização" na engenharia, não uma questão de abordagem financeira da empresa que levou a desleixo na engenharia (como na Boeing).
Total 97+0=97 ms, db 0 ms, php 97 ms