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Resumo do Tópico

Enviado por: nunopinheiro
« em: 20 de Maio 2019, 23:34:44 »

Tomás, mesmo do ponto de vista da realização pessoal, o pessoal tem de ter com que ocupar o tempo, objectivos, frustrações, etc ..

Perguntem a QQ pessoa que tenha estado desempregada como é que foi esse tempo? E não só pela falta de dinheiro...
Enviado por: Tomás Ribeiro
« em: 20 de Maio 2019, 20:02:30 »

A conclusão a que eu chego depois de pensar bastante nesta questão da AI é que a única maneira de ser aplicada é a gente criar literalmente um novo modelo económico mundial em que isto funciona com 95% da força de trabalho mundial sem fazer nada. Aka not going to happen.
Enviado por: Rex
« em: 20 de Maio 2019, 18:01:14 »

Nuno, eu antevejo ainda grandes problemas nos carros autónomos, e outros

1) Já se fala muito dos dilemas morais, por ex. a AI evita um choque frontal que salva os ocupantes do carro mas para o evitar atropelou umas crianças na berma da estrada,

2) enquanto até aqui se uma pessoa comete um erro que acaba em vítimas a responsabilidade é dele e não do fabricante, com a AI acabarão por levar a tribunal o fabricante da AI. Imagino milhares ou milhões de processos que vão erodir no futuro a imensa capitalização bolsista dessas empresas

Quanto a outras coisas que referistes, concordo, é muito mais complicado numa estrada que no ar.
Uma simples folha de jornal a voar subitamente na estrada é uma situação que leva quase à exaustão a capacidade de processamento enquanto uma criança de 10 anos sabe que é uma inofensiva folha de jornal.

Acho sinceramente que ainda há muito buzz nestas coisas, apesar de já andarem na estrada de forma experimental nos EUA ainda nos separa bastante tempo duma massificação.

No ar, apesar do erro humano relativamente comum, também continuo a preferir que esteja lá uma cabeça humana
Enviado por: nunopinheiro
« em: 20 de Maio 2019, 11:37:20 »

CS-TTK, hee não é bem assim, os novos AI verdadeiro AI (não consigo considerar código estático programando AI) não são programados, são treinados, um processo muito idêntico a seleção natural, que btw é a mesma forma que o nosso cérebro usa para Aprender.

O AI dos carros tem de lidar com soluções não programadas.

Exemplo do nosso nível de interação com a programação de verdadeiro AI, colocamos o carro numa situação em que de certeza um acidente vai ocorrer... E damos pontos ao AI por sobreviventes, quantos mais sobreviventes mais pontos.
Ok fazemos 700 cópias do AI e deixamos este lidar com o problema, os que tiverem a melhor pontuação deram copiados outras 700 vezes e assim sucessivamente até que a pontuação seja fabulosa e consistente.

Isto é não programamos nada simplesmente damos um problema e um sistema de pontuação e mais nada..

O que vai acontecer é que se o AI nos carros avançar, e se provar seguro, vai bastar o próximo acidente com incompetência de um piloto e o pessoal vai exigir que seja instalado AI verdadeiro no cockpit.


Atenção eu sou contra o AI substituir o homem em QQ situação, como ele é muito melhor que o homem, que é que faríamos com os biliões de sacos de carne pensante e falante, que seriam absolutamente inúteis?
Enviado por: CS-TTK
« em: 20 de Maio 2019, 10:18:26 »

O melhor sistema é ter os dois.

Eu concordo aqui com o Byte Boador  ;D

Acho que ambos se complementam, o piloto garante uma resposta para situacoes nao programadas onde a AI seria ineficaz e a AI compensa a tendencia do ser humano falhar quando faz tarefas repetitivas..
Enviado por: nunopinheiro
« em: 18 de Maio 2019, 16:32:32 »

Pode parecer piada mas as vezes os AI's descobrem soluções completamente fora da caixa mesmo fora do objectivo.
Enviado por: António Costa
« em: 18 de Maio 2019, 16:14:19 »

Aínda alguém vai ativar inadvertidamente a "Skynet".
Enviado por: Icterio
« em: 18 de Maio 2019, 15:47:19 »

Enviado por: nunopinheiro
« em: 18 de Maio 2019, 10:09:43 »

Provavelmente também não é coisa que divulgassem, ( hey so we made this gun and now we sticked a self learning AI into it)

AI descobre que a melhor forma de aterrar é matar todos os humanos na pista e acertar nos corpos destes para desaceleração. ;) What can possibly go wrong heheheh.
Enviado por: toto1100
« em: 18 de Maio 2019, 08:04:01 »

Sobre a conversa dos drones a cair, se regra geral comparar avioes comerciais com militares ja é o que é, comparar com drones é que nao lembra a ninguem.
É que com um aviao militar com piloto ainda podem estar preocupado com quem vai la dentro (as vezes, quanto mais nao seja estao preocupados com as imagens a aparecer na TV), com um drone os incentivos para estarem minimamente preocupados com o que cai ou deixa de cair sao praticamente zero. Em termos de custos é uma coisa irrisoria (cada aviao que cai em treinos mais o processo de ir buscar o piloto deve ter custado mais que umas quantas dezenas de drones), em termos de tecnologia não é nada que ja nao ande por ai aos pontapés.
Enviado por: Icterio
« em: 18 de Maio 2019, 01:28:14 »

Tenho lido ao longo dos anos sobre esse e outros drones mas não me lembro em específico de muitos detalhes.  Mas é um bom tema.  O que me recordo é que a US Navy ficou bastante agradada com a performance dos testes.  O X-47 usa o software próprio e GPS (com certeza também deve estabelecer link com o radar de aproximação do porta-aviões) mas na fase crítica não houve intervenção humana, o X-47 tem de se "desenrascar" sozinho.  Imagino que devia haver muito gente nervosa durante essa primeira aproximação, principalmente os técnicos da Northrop e Grumman...

Não sei se outros países tem (ou testam) outros drones para operações embarcadas neste momento, mas é possível.
Enviado por: nunopinheiro
« em: 18 de Maio 2019, 01:18:49 »

Icterio, por acaso sabe se esse x-47 é verdadeiro AI ou simplesmente programação estática normal?
Enviado por: Icterio
« em: 18 de Maio 2019, 01:15:17 »

Em relação à pergunta se "voavas num avião sem piloto?", que seria melhor formulada; "se voavas num avião sem piloto humano?", gostava de saber a opinião de quem teve a infelicidade de voar no KLM Flight 4805 ou no Pan Am Flight 1736...
Escolhi este caso entre centenas de outros.

Eu não defendo que neste momento "drones" com centenas de passageiros, mas não me surpreenderia que isso viesse a acontecer no futuro se a tecnologia evoluir nesse sentido.  Acompanho mais de perto as questões militares e nesse campo os avanços tem sido surpreendentes (o X-47, por exemplo, tem se portado muito bem ao aterrar em porta-aviões, uma manobra particularmente exigente).
Enviado por: nunopinheiro
« em: 18 de Maio 2019, 00:03:22 »

Byte a sério controlar uma máquina para uma máquina é o mais fácil, ler um bocadinho sobre redes neuronais, no fundo é o mesmo que o nosso cérebro faz quando aprende, com a vantagem de ter muitas vidas e aprender com isso. E os neurónios digitais não tem dias maus nem uns copos nem a idade...
Enviado por: Tomás Ribeiro
« em: 17 de Maio 2019, 23:51:20 »

Tal como o Nuno diz e bem a questão é mais social do que tecnológica. Seria um pequeno passo para ter AI a controlar por completo um avião. E eu digo isto e quero ser piloto...
Sempre que alguém me fala da possibilidade da AI tomar conta totalmente do cockpit eu costumo responder com uma pergunta:  "Tu voavas num avião sem piloto?". A conversa não se prolonga muito mais a partir da malfadada pergunta.
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