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Governo admite que a TAP venha a eliminar sobretaxa sobre os combustíveis

HERMÍNIA SARAIVA - 13:38

O secretário de Estado dos Transportes admitiu hoje que a TAP deverá eliminar a sobretaxa sobre combustíveis na sequência da quebra dos preços do petróleo.

Em resposta ao deputado do PCP Bruno Dias, que comentava a poupança de 150 milhões de euros esperada na TAP na sequência da quebra dos preços do Petróleo, Sérgio Monteiro avançou que a expectativa de poupança por parte do Governo é "bastante inferior". Nas contas do Governo entra, assim, a esperada eliminação da sobretaxa dos combustíveis, cobrada pelas companhias aéreas desde 2008 para fazer face à escalada dos preços do petróleo, altura em que o preço se situava na ordem dos 80 dólares por barril.

"É provável que essa taxa seja eliminada e o benefício seja bastante inferior aos 150 milhões de euros", afirmou Sérgio Silva Monteiro.

Tal como o Económico escreveu, a TAP está ainda a avaliar o comportamento do mercado para decidir o que faz relativamente à sobretaxa dos combustíveis. Em meados de Janeiro, a companhia aérea reviu em baixa a sobretaxa de combustível aplicada nos voos para as regiões autónomas. Os preços, fixados administrativamente pelo Instituto Nacional da Aviação Civil (INAC) no quadro das obrigações do serviço público nas ligações aos Açores, e que a TAP opta por praticar também nas ligações à Madeira, desceram de 28 euros para 15 euros. Fora isso, as taxas de combustível, devem ficar como estão: 43 euros por percurso nas viagens de médio curso e 165 euros no longo curso.


As autoridades deviam era acabar de vez com este verdadeiro escândalo que é a sobretaxa de combustível. 

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Caros,

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Factura da TAP com combustíveis vai descer entre os 80 e os 90 milhões

Queda do petróleo pode cortar 150 milhões de euros nos gastos da transportadora ao longo deste ano.
A descida do preço do petróleo nos mercados internacionais poderá ter um efeito positivo nas contas da TAP na ordem dos 80 a 90 milhões de euros. As contas baseiam-se numa poupança global na ordem dos 150 milhões de euros, a que deve ser subtraído o impacto de cerca de 60 milhões de euros resultante de uma redução ou eliminação da sobretaxa de combustíveis, apurou o Diário Económico. A sobretaxa de combustível tem sido usada ao longo dos últimos anos para minimizar o aumento dos custos do petróleo, reflectindo nos consumidores esses aumentos.

Ontem, durante a audição de António Pires de Lima na comissão de Economia e Obras Públicas, o secretário de Estado das Obras Públicas, Sérgio Monteiro, revelou que "é provável que a sobretaxa de combustíveis seja eliminada". O que a acontecer fará com que o benefício para a TAP "seja bastante inferior a 150 milhões de euros". Nas contas do Executivo entra, assim, a esperada redução ou eliminação da sobretaxa dos combustíveis, cobrada pelas companhias aéreas desde meados da década de 2000 para fazer face à escalada dos preços do petróleo, numa altura em que o preço se situava na ordem dos 80 dólares por barril. Ontem, o Brent fechou a cotar nos 56,51 dólares por barril, com uma queda de 2,4% face à véspera.

A sobretaxa de combustível cobrada pela TAP está actualmente fixada nos 43 euros por percurso nas viagens de médio curso e 165 euros no longo curso, um valor com impacto directo no preço final do bilhete. Já no caso da Madeira e nos Açores, em que pelas obrigações de serviço público é fixada administrativamente pelo Instituto Nacional da Aviação Civil (INAC), os preços caíram de 28 para 25 euros em Janeiro.

Contactada, a TAP não comenta as declarações do secretário de Estado sobre a sobretaxa de combustível. Mas fonte oficial da companhia tinha admitido recentemente ao Diário Económico que a companhia aérea está ainda a avaliar o comportamento do mercado para decidir o que faz relativamente a esta matéria. "Normalmente as maiores é que definem o ritmo" da fixação de preços, reconheceu a mesma fonte. E a "a tendência a partir de 2008 tem sido de subida gradual, tem havido flutuações ao longo dos anos, mas [a tendência] tem sido de subida ao ritmo do aumento dos combustíveis".

Executivo ainda não recebeu avaliação financeira da TAP

E é precisamente a análise aos preços do petróleo, que nos últimos seis meses viu o preço cair cerca de 50%, que está a condicionar a abertura do ‘data room' de privatização da TAP. Ao que o Diário Económico apurou, a avaliação financeira realizada pela PwC e pela Deloitte ainda não foi entregue ao Executivo, o que deverá acontecer nos próximos dias, e só depois disso será possível permitir o acesso dos interessados na compra da companhia aérea aos detalhes financeiros e operacionais da empresa. "A Deloite e PwC estão ainda a fazer análises de sensibilidade ao preço do petróleo. Não é inferente, a cinco anos ter o preço 10 dólares acima ou a abaixo", diz fonte conhecedora do processo.
 

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