brunodias

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Bruno está-se a esquecer que a TAP tem capitais negativos de 500 millhões, na prática vale 0, mas ficou no acordo de venda na altura que o consocio teria que dar dinheiro ao Estado, portanto não foi de borla.

Falta saber se a palavra teria passou disso, ou se ficou por ai

500 milhões para nos contribuintes pagar se correr mal, e o consorcio quis a tap com os capitais negativos, ou vinham ca comprar 1 empresa saudavel por 0?

pedferre

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O DN a pensar na reforma. :)

SÃO PAULO  -  A Azul informou hoje que o seu diretor-presidente, David Neeleman, apresentou um pedido de renúncia à administração da companhia. Ele será substituído a partir de hoje pelo então diretor financeiro e de relações com investidores da aérea, John Rodgerson, após eleição pelo conselho de administração.

decio

  • Mensagens: 318
Será reforma? Ou será que vem aqui outro projecto? Alguns jornais noticiaram à uns tempos que ele já tem cidadania Europeia...

aviationlover

  • Mensagens: 1206
Se o DN tem cidadania Europeia deve estar a pensar em investir aqui na Europa, território que tem sido virgem para ele, se calhar com o investimento que ele fez na TAP lá viu alguma oportunidade para investir aqui na Europa, para isso acontecer terá que deixar o cargo da Azul, para talvez se dedicar  mais à TAP e procurar o tal investimento aqui na Europa.

pedferre

  • Mensagens: 657
Ele é que saberá, diz na revista que continua como presidente do conselho de administração e apenas será responsável pela tomada das decisões estratégicas.
Ou então existe a tal hipotese, que eu referi e já estará a pensar na reforma, também já não caminha para novo.
« Última modificação: 24 de Julho 2017, 15:31:16 por pedferre »


decio

  • Mensagens: 318
A reforma é uma hipótese válida, mas não parece que seja isso que vá acontecer. Mais um detalhe que saiu no newsavia:

https://newsavia.com/nova-comissao-executiva-na-azul-antonoaldo-neves-assume-funcoes-na-tap-portugal/

O braço direito de DN na Azul já vem a caminho da TAP.

aviationlover

  • Mensagens: 1206
Reforma? ele não tem tanta idade como isso, não estou a ver o DN ir para a reforma tão cedo, uma pessoa super ativa não consegue estar parado, nahhh.

Já essa do Antonoaldo Neves é uma grande mais valia, fez um grande trabalho na Azul e traz um grande know-how e deverá ser o representante direto  do DN na administração da TAP o que tem lógica.
« Última modificação: 24 de Julho 2017, 18:51:06 por aviationlover »


Air Acores

  • Mensagens: 170
Mais um para meter €€€€€ ao bolso 🤓🤓🤓

Jorge78

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Air Acores, quer que o homem venha trabalhar de borla?

O DN não pode escolher elementos para a administração que sejam de sua confiança?

Há certo tipo de comentários que são difíceis de entender.

jopeg

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Citação

HNA: quem é o grupo chinês que investiu na TAP com sotaque brasileiro

Empresa nasceu em 1993, numa parceria original com o Estado para o sector da aviação. Hoje, entre questões sobre transparência dos accionistas, assume-se como um dos conglomerados mais agressivos a fazer compras no estrangeiro.

LUÍS VILLALOBOS 6 de Agosto de 2017, 8:25

Empresa é também accionista da companhia aérea brasileira Azul Fotogaleria

A rápida ascensão do grupo chinês HNA no panorama internacional é atestada desde logo pela empresa quando destaca, no seu site, que subiu 111 lugares no ranking da Forbes entre 2015 e 2016. No ano passado, a revista norte-americana colocava-a na 353ª posição entre as 500 maiores, com receitas de 29,56 mil milhões de dólares (cerca de 25,15 mil milhões de euros) distribuídas pelo planeta, um ano após a primeira inclusão do grupo chinês neste ranking.

Mesmo que quisesse, a HNA, que acaba de entrar no capital do consórcio que detém 45% da TAP, a Atlantic Gateway, já não conseguia ser uma empresa discreta. Em pouco mais de dois anos, desembolsou cerca de 40 mil milhões de dólares para adquirir ou entrar no capital de várias empresas, superando o ritmo de outros grandes grupos chineses.

Na lista inclui-se, por exemplo, uma fatia de 10% do Deutsche Bank (um negócio que está a ser analisado pelo Banco Central Europeu), 25% do grupo de hotéis Hilton, a Gategroup (líder no catering para o sector da aviação) e a Swissport (uma das maiores empresas de tratamento de bagagens nos aeroportos, presente em 48 países). Nesta pequena lista, apenas o Deutsche Bank destoa, já que foi o negócio da aviação que viu nascer o grupo, em 1993.

A abertura da economia dava os seus primeiros passos, mas o massacre do governo contra os manifestantes (principalmente estudantes) na praça de Tiananmen, em 1989, tinha complicado essa estratégia, com maior poder dos conservadores. No entanto, a ilha de Hainan, no sul, contava com o estatuto de zona económica especial. E foi nessa região, com o apoio de verbas do Banco Mundial, conforme escreveu o Financial Times (FT), que surgiu a génese do grupo: a companhia área regional Hainan, composta por capitais públicos, mas também privados.

Além do governo local, o negócio inclui, numa estratégia pioneira tendo em conta a forma como actuava então o Partido Comunista Chinês, investidores como Wang Jian, Chen Feng, Chen Wenli e Tan Xiagdong (conhecido por Adam Xiagdong e actual presidente executivo), ainda hoje ligados ao grupo. A empresa chegou a contar com o apoio financeiro do bilionário George Soros, que entretanto já se desfez da sua posição.

Hoje, a companhia de aviação de Hainan é apenas uma das várias peças do conglomerado formado pelo grupo HNA. Só companhias aéreas controla 19, com uma frota de 1250 aviões, como a Beijing Capital, a Hong-Kong Express (fundada por Stanley Ho), a Africa World Airlines, a Aigle Azur e a Deer Jet (apresentada como a maior empresa de jactos privados da Ásia), além de operar também no segmento de aluguer de aviões.

Numa lógica de negócios associados, a HNA aposta também no turismo (é dono da Caissa, ligada às viagens de chineses para o exterior), hotelaria, e nas infra-estruturas (a notícia mais recente dá conta da compra da maioria do capital do aeroporto internacional Tom Jobim/Galeão, no Rio de Janeiro).

Compra de fatia de 10% está a ser analisada pelo BCE REUTERS/TOBY MELVILLE
Depois, há também a área da logística, incluindo transporte marítimo, e construção naval. Na área das finanças, excluindo o Deutsche Bank, aposta no leasing e nos seguros, e em tendências como o financiamento peer to peer, e alargou as suas operações também às tecnologias, imobiliário, media e entretenimento, e retalho (alimentar e não alimentar).

Dinheiro chama dinheiro

O valor total dos activos do grupo, segundo o FT, é de 145 mil milhões de dólares (cerca de 124 mil milhões de euros). A táctica para crescer tem sido a de vários outros grupos chineses, como a Fosun: aquisições de empresas locais e estrangeiras, diversificação (preferencialmente com uma lógica de ligações nos negócios, como o turismo e hotelaria, por exemplo) e endividamento.

Esta última estratégia tem estado na mira de investidores (algumas empresas do grupo são cotadas e várias têm outros accionistas), das grandes empresas de rating (a Standard & Poor’s classifica a HNA de “agressiva” no endividamento, palavra que neste contexto é tudo menos positiva) e, também, das próprias autoridades chinesas.

Recentemente, o regulador do sector financeiro chinês quis saber qual o grau de exposição dos bancos às empresas mais activas na compra de activos estrangeiros, com receio de que algo possa correr mal e provocar danos sistémicos (um dos visados, o grupo Wanda, já começou a vender vários dos seus negócios).

Embora recorra também a capitais próprios, muitas das operações da HNA (e de grupos semelhantes) são feitas com base em grandes empréstimos dando como colateral os activos das empresas que compraram previamente, como uma espécie de escada que se auto-sustenta mas cujo equilíbrio não deixa de ser questionado.

Ao FT, a empresa afirmou que “as operações globais do grupo e a boa condição do balanço proporcionam a flexibilidade para financiar as aquisições da forma mais eficiente possível”.

Graças aos activos no exterior, a HNA consegue escapar também ao controlo de capitais, imposto pelo Estado chinês, e continuar o ritmo de compras.

Activos no exterior diminuem dependência da moeda chinesa REUTERS/TOBY MELVILLE
Isso, no entanto, não significa que não encontre obstáculos no caminho. Há poucos dias, as autoridades norte-americanas recusaram dar luz verde à compra de uma fatia da Golden Eagle, ligada à transmissão via satélite de programas de entretenimento em aviões e navios. Isto apesar das boas relações do grupo com altas figuras norte-americanas, como Anthony Scaramucci, que durante 10 dias foi director de comunicação do presidente norte-americano, Donald Trump. De acordo com a Bloomberg, a HNA está a negociar a compra do fundo de investimento de Scaramucci, a SkyBridge Capital, mas falta ainda o “ok” dos reguladores.

Quem detém a HNA?

O rosto mais visível da HNA é o seu presidente executivo, Adam Xiagdong, mas recentemente o foco incidiu no mais desconhecido, Guan Jun. Por ele passou 29,5% do capital do grupo, até chegar a uma fundação, não lucrativa, registada em Nova Iorque, a Hainan Cihang Charity Foundation. Em termos de accionistas, no meio de uma estrutura tida como pouco transparente, há outra fundação, a Hainang Providence Cihang Foundation, com 22,75%.

A questão da opacidade foi sublinhada recentemente pelo Bank Of America. “Simplesmente não sabemos o que é que desconhecemos, e não estamos preparados para assumir esse risco”, afirmou num email o responsável da instituição financeira para o mercado asiático, Matthew M. Roder, citado pela Reuters. Já o The New York Times publicou um artigo onde afirma que o grupo tem vários negócios com familiares dos fundadores, como o irmão de Wang Jian, numa teia de relações desconhecida de outras partes interessadas.


O negócio triangular da TAP

Ao mesmo tempo que entrava no capital da Atlantic Gateway (com uma fatia de 5,6%, ao lado de Humberto Pedrosa e David Neelman), grupo privado dono de 45% da TAP, a HNA aterrava também na pista do aeroporto da Portela. Nas vésperas do primeiro voo regular entre a China e Portugal, realizado a 26 de Julho por uma das empresas do grupo, a Beijing Capital Airlines, a companhia área Azul destacava ter “fechado um acordo” com a Beijing que permitia viajar de forma mais rápida para este país asiático, via Lisboa. Uma prova de que o interesse da HNA em Portugal é apenas uma pequena parte de um puzzle maior.

Em Fevereiro do ano passado, quando a Atlantic Gateway já tinha ganho a reprivatização da TAP, a Azul, de David Neeleman, anunciou que a Hainan ia entrar no seu capital, pagando 450 milhões de dólares (cerca de 383 milhões de euros, ao câmbio actual) em troca de 24% dos interesses económicos da empresa. O negócio, no entanto, demorou a receber a necessária aprovação das autoridades chinesas (acabou por chegar em Agosto), pelo que o investimento do grupo chinês foi, diz a Azul, feito em várias etapas.

De acordo com o documento depositado pela empresa no regulador do mercado de capitais norte-americano antes da dispersão de acções (a Azul está cotada na bolsa de Nova Iorque e na de São Paulo desde Abril deste ano), a primeira fatia foi de 120 milhões de euros, em forma de empréstimo, parte do qual foi usado “para comprar obrigações da TAP”, no valor de 90 milhões (outros 30 milhões acabaram por ser aplicados pelo Estado português, via Parpública). Essas mesmas obrigações, convertíveis em acções, vão assegurar no futuro à Azul uma participação de 6% no capital da transportadora aérea portuguesa, equivalente a 41,2% dos direitos económicos (como os dividendos).

Nessa altura, a HNA, tal como Neeleman, vão reforçar a sua presença na TAP. Até lá, o grupo chinês pode subir a posição na Atlantic Gateway.

HNA é agora aliado de Humberto Pedrosa e David Neeleman na Atlantic Gateway/TAP RUI GAUDÊNCIO

O memorando de entendimento assinado entre o consórcio privado e o actual Governo permitia também à HNA adquirir obrigações da TAP, convertíveis em acções, de forma directa, mas o que ficou foi a transmissão dos direitos económicos. “Tendo em consideração que a Hainan nos providenciou um empréstimo para adquirir as obrigações da TAP”, diz a Azul no documento entregue à Securities and Exchange Commission (SEC), foi dado ao grupo chinês “o direito de ficar com os benefícios económicos associados a 30 milhões de euros das obrigações compradas à TAP” (ou das acções, se for esse o caso). A HNA pode exercer esse direito, equivalente a 1/3 da posição da Azul, ou 17,13% dos direitos económicos, até ao final do ano.

A Azul garante, no entanto, que ficará sempre com a titularidade das obrigações (ou acções). Para já, o peso da HNA (que não respondeu a várias questões colocadas pelo PÚBLICO), e a ligação à Azul, já se faz sentir através do conselho de administração.

Para o lado de David Neeleman na comissão executiva da transportadora entrou agora Antonoaldo Neves, que ocupava até aqui a cadeira de CEO da Azul (foi o responsável pela dispersão em bolsa, projecto que existe também para a TAP). Quanto ao grupo chinês, dono de 2,5% da TAP de forma indirecta, este está agora representado no conselho de administração da empresa liderada por Fernando Pinto através de Neng Li, um gestor de 36 anos que ocupa a mesma posição na Azul.


https://www.publico.pt/2017/08/06/economia/noticia/hna-quem-e-o-grupo-chines-que-investiu-na-tap-com-sotaque-brasileiro-1780811

Jopeg

jopeg

  • Moderador
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Reversão da privatização da TAP não foi eficiente, diz TdC. Estado não manda, mas assume mais riscos do que privados

Rafaela Burd Relvas
6:00


O Tribunal de Contas critica a recompra da companhia pelo Estado, que continua a não mandar, apesar de ser o maior acionista. Assume mais riscos do que os privados e é o único responsável pela dívida.

O Estado recuperou o controlo acionista da TAP quando reverteu o processo de privatização feito pelo Governo de Pedro Passos Coelho, mas perdeu direitos económicos e passou até a assumir mais responsabilidades financeiras. Na prática, o Estado é o maior acionista, mas não manda na empresa e assume mais riscos do que os acionistas privados, sendo mesmo o único responsável em caso de incumprimento da dívida por parte da companhia aérea nacional. Estas são as conclusões do Tribunal de Contas (TdC), que, a pedido da Assembleia da República, apreciou os processos de reprivatização e de recompra da TAP por parte do Estado.

O relatório do TdC, publicado esta quarta-feira, conclui que “o processo de recomposição do capital social da TAP”, que levou o Estado a ficar com 50% da companhia aérea, o consórcio Atlantic Gateway com 45% e os trabalhadores com outros 5%, “foi regular, no contexto de instabilidade legislativa e de sucessivas alterações contratuais em matérias complexas e de profunda tecnicidade em que se realizaram as operações”.

Ao mesmo tempo, o processo “foi eficaz porque atingiu os objetivos de viabilizar a empresa (prioritário para a reprivatização) e de recuperar o seu controlo estratégico (prioritário para a recompra)”.

Contudo, aponta a mesma entidade, a recompra da TAP por parte do Estado “não conduziu ao resultado mais eficiente”. Isto porque “não foi obtido o consenso necessário dos decisores públicos, tendo as sucessivas alterações contratuais agravado as responsabilidades do Estado e aumentado a sua exposição às contingências adversas da empresa”.

Desde logo, aponta o TdC, a recompra do capital da TAP obrigou a uma nova renegociação da dívida do grupo TAP, tendo então sido celebrado um novo acordo com os bancos credores da companhia aérea. Este novo acordo levou à constituição, por parte do Estado, de uma garantia da dívida financeira da TAP, no valor de 615 milhões de euros.

"Apesar de a recompra ter reforçado a solidez financeira da TAP SGPS, subsistem responsabilidades significativas para o Estado, sobre o qual impende, por um lado, a obrigação de garantir que os capitais próprios não sejam inferiores a -571,3 milhões de euros e, por outro, a de assegurar a substituição da Atlantic Gateway na realização de prestações acessórias.”
Tribunal de Contas
Em caso de incumprimento da dívida por parte da empresa, a Parpública, a empresa estatal que controla a TAP, passou a ser a “única responsável por aquela dívida perante as instituições financeiras”. Em último caso, a Parpública comprometeu-se mesmo a devolver ao consórcio Atlantic Gateway o valor integral da capitalização feita por este acionista privado, no valor de 217,5 milhões de euros.

Para além disto, a Parpública também passou a ser “a única responsável pela capitalização da TAP SGPS, sempre que os capitais próprios descessem abaixo do limiar mínimo definido” no acordo assinado na operação de recompra. Esse limite define que os capitais próprios da TAP não podem ser inferiores a 571,4 milhões de euros negativos.

Tudo contabilizado, conclui o TdC, “apesar de a recompra ter reforçado a solidez financeira da TAP SGPS, subsistem responsabilidades significativas para o Estado, sobre o qual impende, por um lado, a obrigação de garantir que os capitais próprios não sejam inferiores a -571,3 milhões de euros e, por outro, a de assegurar a substituição da Atlantic Gateway na realização de prestações acessórias”.

Também a Comissão Europeia já tinha alertado para os riscos da reversão da privatização da TAP. Em 2016, quando esta operação ainda não estava concluída, os técnicos de Bruxelas avisavam que a inversão parcial da privatização da TAP poderia “implicar riscos orçamentais suplementares”, representando mais um risco para a meta do défice que estava definida para esse ano.

Quem manda são os privados

A pesar sobre a análise que o TdC faz a esta operação está ainda o facto de o Estado ter recuperado o controlo acionista da empresa, mas não os direitos económicos. Depois de concluída a reversão da privatização, o Estado ficou com 50% do capital da TAP, tornando-se de novo no maior acionista, mas ficou com apenas 5% dos direitos económicos.

Na prática, a Parpública conseguiu maior representatividade no conselho de administração da TAP e ainda um voto de qualidade do presidente do conselho de administração. Mas é o Atlantic Gateway quem assume um “papel reforçado” na gestão da TAP: é este consórcio privado que indica os nomes do presidente da assembleia geral, do secretário da sociedade, dos principais titulares do conselho fiscal, dos membros da comissão de vencimento, dos administradores da comissão executiva e ainda dos membros dos órgãos das empresas subsidiárias da TAP.

“Apenas no conselho de administração existe equilíbrio entre o número de elementos indicados pela Parpública e pela Atlantic Gateway, atendendo à sua participação social, visto que, nas restantes situações, o Estado tem uma intervenção limitada”, refere o TdC. E conclui: “A gestão do Grupo TAP é conduzida pela Atlantic Gateway“.


https://eco.pt/2018/06/20/reversao-da-privatizacao-da-tap-nao-foi-eficiente-diz-tdc-estado-nao-manda-mas-assume-mais-riscos-do-que-privados/

Jopeg

aviationlover

  • Mensagens: 1206
Não foi o senhor que agora está sentado no poder que quis a reversão?... agora aguente-se e não se queixe.

Jorge78

  • Mensagens: 2920
Mas ele não se está a queixar.

fredericolopes

  • Mensagens: 477
Exacto. Quem tem de se queixar é quem votou nele e nos parceiros de geringonça.

aviationlover

  • Mensagens: 1206
Mas imaginemos que daria para o torto, é claro que isso é dificil mas na aviação não poodemos dizer nunca, aí ele teria que assumir o prejuizo ele ou outro que esteja lá, pos isso digo o Estado quiz a reversão se der para o torto aguente-se e não se queixem.

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