toto1100

  • Mensagens: 3943
Tambem nao sabia que esta variante nao estava certificada ainda: https://www.flightglobal.com/news/articles/ryanair-warns-of-base-cuts-over-737-max-delays-459684/
As tantas com esta historia toda, vao finalmente obrigar a fazer mais testes fisicos de evacuacao em vez de se fiarem em simulacoes de computador.

Hawks

  • Mensagens: 755
Ryanair deverá fazer cortes ou mesmo fechar algumas bases menos rentáveis este Inverno e no próximo Verão devido à crise do 737 Max:

https://news.sky.com/story/ryanair-to-cut-services-as-boeing-737-max-crisis-hits-fleet-11764003

Citação
Ryanair says delays to deliveries of the crisis-hit Boeing 737 MAX means it must scale back some of its services.

The no-frills carrier said it was identifying loss-making or poorly-performing bases ahead of the looming winter season and summer 2020 for short-term cuts or even closures from November - adding it would consult staff and unions.

ma_lppt

  • Mensagens: 230
Isto dos B737 max, pode não ser a única razão para a RYR abandonar certas bases, mas a mais politicamente correcta.
As LCC pelo seu modelo de negócio têm de ser muito ágeis e até mesmo agressivas tanto a abrir como a fechar rotas.
De qualquer forma sendo um modelo mais eficiente que os irmãos mais velhos o adiamento das entregas obriga a RYR a fazer contas à vida. As acções da EZY e do grupo IAG á estão a subir pela expectativa de aumento das tarifas
« Última modificação: 16 de Julho 2019, 12:55:11 por ma_lppt »


toto1100

  • Mensagens: 3943
Sim. Quando muito podiam nao abrir novas bases ou nao expandir tanto como planeado. Aí tudo bem.
Agora mesmo que esses MAX viessem substituir avioes existentes, é um bocado duvidoso que a Ryanair nao tivesse planos de contingencias postos em pratica em termos de nao retirar tantos avioes tao depressa para caso as entregas dos MAX se atrassassem.

nunopinheiro

  • Mensagens: 4367
ma_lppt cheira a desculpa do dia ;) assim essas "bases" não ficam muito chateadas com a FR
como tudo deve haver uma % de verdade no que eles dizem (no inverno de certo não) mas...
« Última modificação: 16 de Julho 2019, 12:53:14 por nunopinheiro »


ma_lppt

  • Mensagens: 230
As bases nem tem de ficar cheteadas, é olhar para o contrato que devem ter assinado com a RYR e pedir o cash de volta. Ou talvez não ! o O Leary com o jeito que tem para o negócio deve lá ter acautelado algo para não ter de indeminizar as bases em caso de eventos como o B737 max, pega no avião e tchau bye bye.
« Última modificação: 16 de Julho 2019, 14:02:51 por ma_lppt »


toto1100

  • Mensagens: 3943
É muito duvidoso que haja alguma companhia aerea, seja ela qual for, que tenha algum contrato com qualquer aeroporto (ou alguma regiao) que lhe pague para voar para la que nao possa dizer a X meses do inicio da estacao seguinte que vai deixar de voar para la sem ter qualquer tipo de penalizacao.
Ate me cheira que é capaz de ser ilegal um aeroporto tentar exigir isso. Mesmo que nao seja e exija, nenhuma companhia aerea se metia nisso. O que nao faltam sao aeroportos para onde voar, nao é preciso andar a limitar as opcoes de futuro dessa forma.
« Última modificação: 16 de Julho 2019, 14:43:40 por toto1100 »


Hawks

  • Mensagens: 755
É muito duvidoso que haja alguma companhia aerea, seja ela qual for, que tenha algum contrato com qualquer aeroporto (ou alguma regiao) que lhe pague para voar para la que nao possa dizer a X meses do inicio da estacao seguinte que vai deixar de voar para la sem ter qualquer tipo de penalizacao.
Ate me cheira que é capaz de ser ilegal um aeroporto tentar exigir isso. Mesmo que nao seja e exija, nenhuma companhia aerea se metia nisso. O que nao faltam sao aeroportos para onde voar, nao é preciso andar a limitar as opcoes de futuro dessa forma.

Para mim não é líquido que não haja lugar a indemnizações. Num quadro ligeiramente diferente, que nem sequer envolveu cancelamento de rotas ou fecho de bases, mas sim uma série de cancelamentos consecutivos por motivos operacionais, o Turismo do Porto e Norte de Portugal insurgiu-se contra a Ryanair a questionar quem ia pagar os prejuízos?

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/turismo---lazer/detalhe/turismo-do-porto-pede-explicacao-cabal-a-ryanair

Citação
"A companhia [Ryanair] não nos deu qualquer indicação dos motivos do cancelamento e defendo que deveria ser dada uma explicação cabal a todas as instituições que são directamente afectadas com este acto"

Melchior Moreira referiu que não queria comentar as "questões internas da empresa", mas afirma, por seu turno, que não era "correcto que de um momento para o outro" seja feito um cancelamento desta "natureza" e com esta "dimensão" e que a "justificação" seja apenas que vão ser "pagas as despesas" dos passageiros.

"E o impacto que vai ter para a região", questiona o presidente da TPNP, perguntando de seguida sobre "quem o paga".

Quem fala assim porque acha que lhe é devida compensação por prejuízos indirectos na economia devido a cancelamentos de uma companhia privada num mercado livre, certamente terá alguma faca ou algum queijo na mão no que diz respeito a contratos celebrados entre a companhia e Associações de Promoção Regional ou aeroportos.

toto1100

  • Mensagens: 3943
Alhos e bugalhos.
Uma coisa é nao fazer voos ja acordados (pagos?) num determinado periodo que esta a decorrer.
Outra coisa é nao poder fazer alteracoes em estacoes futuras.

Viu-se a enorme faca que tinham na mao que ano e meio depois nao conseguiram fazer nada.
Mesmo assumindo o que esta a assumir (que é abusivo qb; eu ai nao leio nada a achar que a Ryanair nao cumpriu nenhum contrato, eles so falam em prejuizos para a economia), o Estado portugues sempre foi pessimo a fazer contratos com qualquer empreiteiro portugues de meia tigela. É preciso um nivel de crenca muito grande para achar que esse mesmo Estado alguma vez conseguiria fazer um contrato com a Ryanair (ou outra qualquer grande empresa mundial) em que nao fosse essa empresa que ditasse as condicoes.
« Última modificação: 17 de Julho 2019, 12:57:27 por toto1100 »


Hawks

  • Mensagens: 755
Já percebi que teve acesso aos contratos celebrados entre as partes. Sendo assim, não era preciso entrar no campo das suposições.

toto1100

  • Mensagens: 3943
Ai eu é que entrei em suposicoes?! Esta bem.  ::)
Isto é cada uma.

Hawks

  • Mensagens: 755
Viu-se a enorme faca que tinham na mao que ano e meio depois nao conseguiram fazer nada.

Isto é uma afirmação ou uma suposição?

finhinho

  • Mensagens: 486
Nem de propósito  :P

Excerto de uma noticia de hoje do Newsavia
(ver noticia completa em https://newsavia.com/prosseguem-negociacoes-para-abertura-de-base-da-ryanair-na-madeira/ - Publicado no topico "Subsídios e novas companhias na Madeira")

Citação
As pretensões da Região Autónoma da Madeira, que se tem empenhado na contratação de uma terceira companhia que possa estar na rota entre a Região e Lisboa, para fazer face ao ‘duopólio’ TAP-EasyJet, têm esbarrado sempre nas altas verbas solicitadas pela Ryanair a título de custos de promoção e, inclusive, de certificação dos seus pilotos para as especificidades técnicas do Aeroporto da Madeira. Até agora, incomportáveis com os recursos orçamentais disponíveis.

Segundo apurou o ‘Newsavia’ há agora uma nova abertura dos responsáveis da companhia irlandesa para um pacote de três anos, com ligações da Madeira para três aeroportos portugueses e voos diretos para meia dúzia de cidades europeias de grande interesse para o turismo regional e a criação de uma base operacional no Aeroporto da Madeira – Cristiano Ronaldo. A verba está em negociação, mas representa um grande esforço financeiro, no qual estão envolvidos o Governo Regional e a Associação de Promoção da Madeira, a ANA e o Turismo de Portugal, entidades que gerem o fundo de captação de rotas aéreas e operações turísticas, mecanismo de promoção de ligações aéreas para Portugal de iniciativa governamental, anunciado na Bolsa de Turismo de Lisboa 2016, em vigor desde esse ano.
« Última modificação: 17 de Julho 2019, 22:31:03 por finhinho »


ma_lppt

  • Mensagens: 230
Não há almoços grátis, há "envelope financeiro" (como agora se diz) para a RYR operar em determinado local.

Sem dúvida que a LCC democratizaram o acto de viajar, abriram oportunidades de negócios em muito sitio, não só do Turismo mas em muitas áreas conexas, mas para além do seu modelo operacional altamente eficiente há claramente fortes subsídios para a sua actividade.

O crescimento que ocorreu nos anos recentes no turismo nos Açores em muito se deve ao fenómeno LCC, mas voltando à temática dos B737 max,  "winter might coming", o mercado é global e o que aconteceu na Indonésia e Etiópia pode de uma forma indirecta vir a afectar a economia de 1 ou 2 ilhas no Atlântico Norte, isto na eventualidade da base de São Miguel poder estar na lista de contingência da RYR.

nunopinheiro

  • Mensagens: 4367
Esta a correr mal a FR São Miguel?
Julgava que não andava mal...

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