Flyz

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Privatização da TAP pode ser relançada já este mês
 O Governo já tem praticamente reunidas as condições necessárias para relançar a privatização da TAP, refere a imprensa.

Segundo noticia o Diário Económico, o processo poderá mesmo ser retomado ainda este mês, em função dos sinais positivos do empresário norte-americano que mostrou interesse em comprar a TAP.

Desta forma, o Governo garante a concorrência à previsível proposta de Gérman Eframovich, refere o rotativo afirmando que o antigo presidente da Continental Airlines está empenhado no processo. Frank Lorenzo, que esteve ligado à companhia norte-americana, tem a ajuda do JP Morgan e está próximo de concluir as diligências formais, nomeadamente o levantamento do caderno de encargos e as garantias bancárias.

Já o Jornal de Negócios, que também aborda o tema, afirma que a Qatar e Synergy, de Eframovich, «deixam a porta aberta para compra da TAP».

Desde o final de 2012 muita coisa mudou, justifica a mesma fonte. O mercado da aviação «está diferente, a TAP apresenta melhores resultados e os potenciais interessados alteraram a sua perspectiva em relação à consolidação».http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=215403



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Processo Privatização da TAP volta 'à baila'
Segundo o Diário Económico, o Governo já reuniu as condições necessárias e prepara-se agora para relançar o processo de privatização da TAP. O norte-americano Frank Lorenzo e Gérman Eframovich estão na dianteira para adquirir a transportadora aérea.



O Diário Económico adianta que o processo de privatização da TAP será relançado em breve pelo Governo. Gérman Eframovich, que já tinha mostrado interesse, e Frank Lorenzo, antigo presidente da Continental Airlines, afiguram-se como principais candidatos à aquisição da empresa. O processo de privatização poderá mesmo vir a ser retomado já este mês.

Frank Lorenzo estará a trabalhar com a JP Morgan, estando mais próximo de concluir diligências formais, como o levantamento do caderno de encargos e a apresentação de garantias bancárias, com vista à aquisição da TAP.

Já Eframovich, o empresário com tripla nacionalidade (brasileira, polaca e colombiana) havia sido o único concorrente a apresentar proposta em dezembro de 2012, oferecendo na altura 1,5 mil milhões de euros, assumindo ainda o passivo superior a mil milhões bem como os capitas próprios negativos, de cerca de 500 milhões de euros, uma proposta que foi recusada, tendo o Executivo suspendido de seguida o processo de privatização.

Segundo avança o Diário Económico, o processo deverá ser agora retomado já que haverá um empenhamento pessoal do próprio primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, na venda da companhia aérea nacional.  http://www.noticiasaominuto.com/economia/229170/privatizacao-da-tap-volta-a-baila



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Antigo presidente da Continental Airlines está empenhado no processo de privatização, que pode ser relançado ainda este mês. Efromovich manteve sempre o interesse.

O Governo já tem praticamente reunidas as condições necessárias para relançar a privatização da TAP, apurou o Diário Económico. O processo poderá mesmo ser retomado ainda este mês, em função dos sinais positivos do empresário norte-americano que mostrou interesse em comprar a TAP. Desta forma, o Governo garante a concorrência à previsível proposta de Gérman Eframovich.

O empresário norte-americano Frank Lorenzo, antigo presidente da Continental Airlines, continua empenhado em concorrer à privatização da companhia aérea liderada por Fernando Pinto e está a trabalhar com a JP Morgan, estando mais próximo de ter concluídas as questões processuais necessárias para a formalização do interesse, como o levantamento do caderno de encargos, por exemplo, ou apresentação de garantias bancárias. Este empenhamento, apurou o Diário Económico, facilita o retomar do processo.

Foi, aliás, a falta de garantias bancárias que afastou da corrida à TAP, em Dezembro de 2012, o empresário colombiano Germán Efromovich, o único concorrente à compra da companhia aérea - ofereceu 1,5 mil milhões de euros, assumindo o passivo de mais de mil milhões de euros e os capitais próprios negativos de 500 milhões de euros. Na altura o Governo decidiu recusar a proposta e suspender o processo mas o Diário Económico sabe que há um empenhamento directo do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, para a privatização da companhia aérea.

Germán Efromovich, contudo, sempre assumiu continuar interessado na compra da TAP. Assim, o Governo poderá relançar o processo de privatização tendo já dois interessados na corrida. Mas estes poderão não ser os únicos a estudar o potencial da companhia aérea liderada por Fernando Pinto.

Contactada, fonte oficial do ministério da Economia não quis comentar.

Frank Lorenzo, como noticiou o Diário Económico em Janeiro - dando ainda conta do interesse do empresário português Pais do Amaral, que está em parceria com o americano -, deverá contar com o ‘private equity' Savoy Group para suportar o investimento. O milionário norte-americano queria apenas o negócio de aviação, que voltou a registar lucros em 2013 (ver caixa) e pretendia deixar de fora a manutenção do Brasil, que continua a gerar prejuízos. O Governo, contudo, quer vender a TAP como um todo e, em Março, Sérgio Monteiro, secretário de Estado dos Transportes, não afastou a possibilidade da privatização poder ser feita através da dispersão do capital em bolsa, à semelhança do que aconteceu com os CTT. Frisou, contudo, que não existe qualquer decisão tomada relativamente ao modelo.

O ‘dossier' relativo à venda da companhia aérea liderada por Fernando Pinto nunca foi fechado. Mesmo depois do Governo ter recusado a proposta de Efromovich o tema esteve sempre nos vários Orçamento do Estado e voltou a constar do documento "Caminho para o Crescimento", aprovado em Conselho de Ministros de 17 de Maio, reunião que assinalou o fim do programa de ajustamento. Contudo, todos os documentos referiam que a venda estaria sempre dependente das "condições de mercado".

Os assessores financeiros da TAP - Barclays Capital, BESI, Citibank e Crédit Suisse - começaram no início deste ano a trabalhar numa actualização da avaliação da companhia aérea e pediram mesmo à tutela para alargar em um mês - até ao final de Maio - o prazo para a entrega do documento.

Sérgio Monteiro, em declarações aos jornalistas no início de Maio, admitiu que foi pedido "mais este tempo para actualizar estes dados e a partir daí estamos habilitados a tomar uma decisão e avançar ou não avançar" com a privatização. Na altura, o governante frisou ainda que a TAP "vale mais este ano do que valia nos anos anteriores".

http://economico.sapo.pt/noticias/governo-admite-relancar-privatizacao-da-tap-ja-este-mes_194865.html

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É uma privatização há muito prometida pelo Governo mas nunca concretizada.

O Executivo nunca teve a força suficiente para vender a TAP. É verdade que, por um lado, nunca encontrou um comprador que oferecesse todas as garantias, nomeadamente formais e financeiras. Por outro lado, nunca convenceu os portugueses da bondade do negócio. Para além do puro encaixe financeiro para os cofres do Estado, o Governo não conseguiu garantir que o novo accionistas traria suficientes vantagens para o desenvolvimento da companhia aérea portuguesa. Uma das dificuldades principais para realizar esta privatização passa pela forte ligação dos portugueses à TAP. A empresa ainda é uma verdadeira companhia de bandeira. Pelo menos, é assim que muito portugueses olham para a TAP. Por isso, a privatização terá de ser muito bem explicada. O Governo quer agora relançar a privatização. E tem de estar consciente das dificuldades. A TAP está hoje em melhores condições para ser vendida do que há dois anos. Porém, o Executivo tem menos força política.

E quanto mais o tempo passa, menos capacidade tem o Governo. Será difícil fechar uma privatização perto das eleições legislativas. No máximo, o Executivo tem até ao fim do ano para vender a TAP. Conseguirá?
http://economico.sapo.pt/noticias/governo-ainda-tem-forca-para-vender-a-tap_194874.html


zema

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te astas entradas em cena do dono da continental e da qatar a juntar-se ao efremovich, nas vossa opiniao qual sera a melhor prespetivando o futuro da "nossa" companhia

Flyz

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Para mim continua a ser a avianca, o outro grupo/consorcio não conheço as intenções mas pareçe reunir uma equipa pouco preparado para tomar conta de uma companhia de aviação apesar de ter o antigo presidente do continental(mas se forem a adquirir a tap de certeza que vai se doloroso para os empregados..). o Qatar está só intressado nos varios slot´s para a europa(dos quais muitos sãoextremamente valiosos)e para o brasil. por isso pareçe-me que a avianca continua a ser a melhor aposta, de certeza que vai querer emagreçer a companhia e os acordos de empresa,e que tambem vai ser doloroso para os empregados, mas vai fazer crescer imenso a TAP,fazendo com que a tap passe de imediato a fazer muito mais lucro, a avianca tambem tem intresse em manter a manutenção lá no brasil para frota de airbus deles. suponho que a avianca passasse a fazer alguns voos da tap para o brasil libertando avioes da tap para explorar outros mercados como asia, medio oriente, americas e africa.
« Última modificação: 04 de Junho 2014, 22:36:55 por Flyz »


lvs

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  para explorar outros mercados como asia, medio oriente, americas e africa.

A TAP nunca vai ser competitiva a voar para a Asia, pela mesma razão que é competitiva a voar para a América do Sul.

Cumprimentos,

Flyz

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Sérgio Monteiro Relatório final de avaliação da TAP confirma subida do valor
O Governo já recebeu o relatório de avaliação da TAP, elaborado pelos assessores financeiros do processo de privatização, confirmando-se a subida de valor em 2013 face à anterior avaliação de 2012, revelou hoje o secretário de Estado dos Transportes.
"O calendário da TAP foi cumprido. Já tenho o relatório de avaliação da TAP", afirmou aos jornalistas o secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, à margem de um evento promovido pela gestora da bolsa portuguesa, a Euronext Lisboa, na capital do país.

Tal como o governante tinha antecipado no início de maio, o relatório final "concluiu que a companhia vale mais em 2013 do que em 2012", porém, por razões de mercado, o responsável escusou-se a divulgar os valores em causa.

Questionado sobre quando é que o Governo tomará uma decisão acerca de avançar, ou não, com a privatização da companhia de bandeira portuguesa, Sérgio Monteiro preferiu não adiantar uma data de referência.

A avaliação da TAP deveria ter sido entregue ao Governo no final de abril, contudo, os assessores financeiros pediram mais um mês ao executivo de Passos Coelho para apresentarem a atualiazação da avaliação da empresa, de forma a recolherem mais elementos para o processo.

Fonte governamental disse à Lusa, a 16 de janeiro, que o Governo pediu aos assessores financeiros da privatização da TAP (Barclays Capital, Banco Espírito Santo de Investimento, Citi Bank e Crédit Suisse) uma atualização da avaliação da companhia aérea.

O secretário de Estado Sérgio Monteiro admitiu em março a hipótese de a privatização da TAP ser feita em bolsa, como aconteceu com os CTT, explicando não excluir "nenhum modelo" para a privatização da companhia aérea.

A imprensa tem avançado que há novos interessados na companhia aérea, entre os quais o norte-americano Frank Lorenzo, antigo acionista e presidente da Continental Airlines, e Pais do Amaral.

O Governo recusou, em dezembro de 2012, a proposta de compra da TAP feita pelo grupo Synergy, detido pelo empresário colombiano Germán Efromovich, o único concorrente à privatização da companhia aérea nacional.

A venda está suspensa desde então e, no Orçamento do Estado para 2014, o Governo afirma que "continuará a monitorizar as condições do mercado, por forma a relançar o processo de privatização da TAP logo que estejam reunidas as condições propícias para o seu sucesso".

O negócio da aviação da TAP, a TAP S.A., registou um lucro de 34 milhões de euros em 2013, uma subida de 42% em relação a 2012, completando cinco anos consecutivos de resultados positivos.

Paralelamente, Sérgio Monteiro escusou-se a comentar a notícia de segunda-feira que dava conta que as autoridades do estado brasileiro de Pernambuco proibiram a TAP de vender bilhetes durante cinco dias devido a "constantes cancelamentos e atrasos de voos", tendo a empresa portuguesa em reação dito apenas que a questão está a ser analisada.

"É um assunto entre a companhia e um país, pelo que não comento", afirmou hoje aos jornalistas o secretário de Estado.
 in http://www.noticiasaominuto.com/economia/235584/relatorio-final-de-avaliacao-da-tap-confirma-subida-do-valor


jopeg

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Caros,

In Expresso:
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Governo reabre privatização da TAP

Bancos já estão a trabalhar de novo no dossier da TAP. Há uma nova avaliação, superior. Hipótese de vender em Bolsa está em cima da mesa - mas queda recente das ações pode comprometer essa opção. Intenção é privatizar este ano.

Pedro Santos Guerreiro e Elisabete Tavares |
18:00 Terça, 17 de Junho de 2014

Os bancos de investimento já estão a trabalhar de novo no dossier de privatização da TAP. O Governo acaba de receber um novo relatório de avaliação da companhia, que depende no entanto de vários fatores. Um deles é saber qual o perímetro da privatização: se se vende a TAP SA ou a "holding" TAP. O objetivo é fazer uma venda ainda este ano. E aumentar capital.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/governo-reabre-privatizacao-da-tap=f876251#ixzz34w1OMEBF


Jopeg

jopeg

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Caros,

In DNotícias.pt:
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TAP só será privatizada quando houver "ambiente competitivo"

Garantia do secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro
Actualizado ontem, às 15:34
Lusa
 
O Governo vai avançar para a privatização da TAP quando entender que há "ambiente competitivo", disse hoje o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro.

"Se sentirmos que há ambiente competitivo ponderaremos reabrir o processo. Ambiente competitivo significa interessados para a venda direta ou eventuais interessados no processo de aumento de capital em mercados de capitais. Não temos hoje a certeza de que isso seja uma realidade", disse.

O governante falava aos jornalistas no final da comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas, na qual esteve durante mais de três horas a prestar esclarecimentos sobre a intenção de concessionar as empresas públicas de transporte.

Frisando que o Governo não reabriu qualquer processo de privatização da TAP, o secretário de Estado disse aos deputados que continua a discussão deste processo e a recolha de informação.

"Estamos a olhar para várias alternativas", afirmou.

Sérgio Monteiro sublinhou a necessidade de se reforçar os capitais da TAP para dar à empresa uma "robustez financeira maior da que tem hoje", afirmando que é "condição muito importante que aconteça num prazo relativamente curto".

Na terça-feira, o governante tinha afirmado que o Governo já recebeu o relatório de avaliação da TAP, elaborado pelos assessores financeiros do processo de privatização, confirmando-se a subida de valor em 2013 face à anterior avaliação de 2012.


Jopeg

Flyz

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Governo "não tem pressa nem urgência" para privatizar a TAP
 A privatização da TAP só vai avançar quando o Governo sentir que as propostas são vantajosas tanto para os interesses do país como para a companhia, não estando, por isso, com pressa para privatizar a transportadora aérea.

O Governo assumiu que não tem "nenhuma pressa nem nenhuma urgência" na privatização da companhia aérea. "Ela só ocorrerá quando todas as condições para o seu sucesso estiverem razoavelmente garantidas", declarou António Pires de Lima, ministro da Economia.

"A nossa visão para a TAP é uma TAP que defenda o interesse estratégico de Portugal. Tem que ser privatizada com todas as garantias estratégicas que a empresa continua a ter uma marca portuguesa que garante o hub de Lisboa tanto para África como para a América Latina", disse o ministro durante a comissão parlamentar de economia e obras públicas, que decorreu esta quarta-feira.

"A TAP é a maior empresa transportadora para o Brasil. Tem quase 90 voos semanais. Tem mais do que a Iberia e a Air France juntas para o Brasil", sublinhou.

O ministro defendeu a necessidade de privatizar a transportadora aérea de forma a tornar-se mais competitiva no mercado da aviação global. "Para poder continuar desenvolver-se e crescer, tem de aumentar os seus capitais para poder ser mais agressiva no desenvolvimento das suas rotas e poder competir com empresas internacionais".

"É esta a visão para a TAP, uma emresa que deve ter capitais suficientes para poder continuar a crescer, mas controlando os seus ativos estratégicos para que continue a ser uma boa empresa nacional", defendeu o governante.

http://www.dinheirovivo.pt/economia/politica/interior.aspx?content_id=4004070&utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=feed%3a+dv-ultimas+%28dv+-+ultimas%29&page=-1


Flyz

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PS Advogados da Vinci estavam a assessorar venda da TAP

O mesmo escritório de advogados que trabalhou como assessor jurídico do grupo Vinci, no âmbito da privatização da ANA-Aeroportos, estava em paralelo a assessorar o Estado no processo de venda da TAP, acusou hoje o PS no parlamento.


"Não acho normal que o mesmo escritório de advogados esteja a trabalhar para a Vinci num processo e para a TAP e a Parpública num outro processo, ao mesmo tempo", referiu Rui Paulo Figueiredo, deputado socialista, durante uma audição aos membros da comissão de acompanhamento da privatização da ANA.


O escritório de advogados não foi identificado durante a audição de hoje, realizada na Comissão de Economia e Obras Pú

Para os socialistas, o facto de o mesmo escritório de advogados estar envolvido em paralelo nestes dois processos diferentes poderá ter levado a trocas de informações indevidas.

Amado da Silva, membro da comissão de acompanhamento da privatização da ANA, respondeu, por seu turno, que este grupo de trabalho não avaliou esse aspeto, porque não houve tempo para isso.

"A questão do conflito de interesses é uma questão séria", reconheceu também.

A venda da ANA ao grupo francês Vinci foi anunciada a 27 de dezembro de 2012. Já o processo de venda da TAP foi suspenso poucos dias antes, a 20 de dezembro de 2012, quando o Governo rejeitou a oferta feita pelo empresário German Efromovich.

Os membros da comissão liderada por António de Sousa lembraram que tiveram apenas 15 dias para redigir o relatório de avaliação preliminar do processo de privatização da ANA, uma vez que foram nomeados já durante a segunda fase do processo.

"Trabalhámos dia e noite, incluindo no dia de Natal, e sem cobrar qualquer dinheiro ao Estado", recordou Amado da Silva, sublinhando que a principal preocupação dos três membros da comissão, que integra ainda o jurista Evaristo Mendes, foi avaliar se o processo cumpria a lei e se houve transparência e igualdade de oportunidades para todos os concorrentes.

Quanto a esses três aspetos, o relatório final da comissão considerou que tinham sido cumpridos, lembrou hoje o presidente, António de Sousa.

Os membros da comissão de acompanhamento à privatização da ANA foram hoje ao parlamento explicar o processo de venda da gestora aeroportuária 17 meses depois do anúncio do comprador, após um requerimento potestativo do PS. Prevê-se que também o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, venha a uma audição requerida pelo PSD/CDS-PP.

A questão de estar um mesmo escritório de advogados a prestar assessoria nos processos da ANA e da TAP já tinha sido levantada em novembro de 2012 pelo Bloco de Esquerda, em declarações do então coordenador João Semedo.
http://www.noticiasaominuto.com/economia/246779/advogados-da-vinci-estavam-a-assessorar-venda-da-tap


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Flyz

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Privatização da TAP no radar de investidores e oposição



Onde há fumo há fogo. Nos últimos dias, investidores e partidos da oposição têm vindo a público falar sobre a TAP. Os primeiros sentiram necessidade de confirmar o interesse na compra da companhia. E os segundos vontade de reiterar a resistência à privatização da empresa. Posições que parecem contrariar a aparente serenidade do Governo, que só relançará o processo se for certo que chegará a bom destino. E, sobretudo, que não terá impactos negativos nos resultados das próximas legislativas, no Outono de 2015.

Desde o início deste ano, o executivo tem vindo a trabalhar com maior intensidade neste dossier, depois de a primeira tentativa de vender a transportadora aérea ter fracasso, em Dezembro de 2012, com a rejeição da oferta de Gérman Efromovich. Um dos investidores interessados e que logo em Janeiro foi conhecido, o consórcio que junta Miguel Pais do Amaral e Frank Lorenzo, veio no sábado garantir que fará em breve uma oferta por 100% da companhia, sem clarificar, no entanto, se está interessado apenas no negócio da aviação ou na totalidade do grupo (incluindo a deficitária unidade de manutenção no Brasil).

A dúvida persiste sobre se esta proposta agradará ao Governo, visto que a posição do ministro da Economia já é conhecida: vender a TAP em bloco, mas não a totalidade da participação. Talvez por isso o executivo sinta que não está ainda em condições de avançar com o processo, tendo surgido movimentações de um novo consórcio. De acordo com o Expresso, trata-se de um grupo empresarial com sede em Luanda, associado a várias empresas do Médio Oriente e com interesse em adquirir 49% da companhia.

O certo é que o burburinho fez soar os alarmes da oposição, desde sempre contra a privatização da transportadora aérea do Estado, que faz parte do programa acordado com a troika, mas já é prometida sem desfecho positivo por sucessivos há mais de duas décadas.

As reacções começaram, no sábado, pelo Bloco de Esquerda. Catarina Martins, coordenadora do partido, veio pedir ao Governo que suspenda a venda “do que é estratégico”, acrescentando, citada pela Lusa, que “o que está a acontecer na TAP [os problemas na operação] é provocado pela tentativa de privatização, em vez de existir uma estratégia de defesa da companhia aérea nacional”.

Seguiu-se o secretário-geral do PS, que voltou a defender que a injecção de dinheiro fresco na empresa poderia conseguir-se através de “capitais oriundos da lusofonia, designadamente Angola, Moçambique e Brasil”. “Luto muito para que esta TAP não seja privatizada e possa ser transformada numa empresa da lusofonia”, insistiu António José Seguro.

O outro candidato às primárias socialistas, António Costa, abordou igualmente o tema numa das suas iniciativas do fim-de-semana. No encerramento da sua Convenção “Mobilizar Portugal”, o autarca apresentou a companhia como um exemplo de falta de rumo para o país. “O Governo pensou que não era preciso uma estratégia para Portugal”, denunciou sábado em Aveiro. E citou, entre outros casos, a situação da empresa estatal. “Se tivesse uma visão estratégia para a lusofonia devia ter valorizado a TAP”, acusou. Com Nuno Sá Lourenço


http://www.publico.pt/economia/noticia/privatizacao-da-tap-no-radar-de-investidores-e-oposicao-1664487?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoEconomia+(Publico.pt+-+Economia)

Flyz

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Privatização da TAP marcada para setembro


O novo processo de privatização da TAP deverá arrancar no início de setembro. O governo, ao que o Dinheiro Vivo apurou, quererá vender a companhia, talvez, a mais do que um investidor e terminar o processo antes do fim do ano para evitar uma tomada de decisão em cima do Natal, como aconteceu em 2012.
A decisão de avançar com a venda está a ser pressionada pelo verão conturbado da TAP, que deixou mais evidente a falta de capital da empresa, problema que só será resolvido com a entrada de um ou mais investidores privados.
Contrariamente ao que aconteceu em 2012, o governo poderá não avançar com uma venda direta, nem da totalidade do capital. O Dinheiro Vivo sabe que está a ganhar força a intenção de se repetir com a TAP o modelo de privatização dos CTT. Ou seja, começar por uma dispersão de parte do capital em Bolsa. Mas, contrariamente à venda dos Correios, que incidiram sobre 70% da empresa, a oferta pública inicial (IPO) da TAP deverá levar à alienação de uma parcela minoritária.
Com esta primeira fase da venda, a empresa passaria a pertencer a vários investidores, institucionais e particulares, e a verba arrecadada entraria diretamente na empresa, possibilitando, desde logo, um alívio nas contas. A maioria do capital ficaria reservada para um segundo momento da venda.
Este é o passo mais complicado da privatização. Sérgio Monteiro quer garantir que existe um "enfoque no projeto estratégico" e não apenas um bom encaixe financeiro para o acionista. Em 2012, este foi o grande trunfo do plano de Efromovich para a companhia, que agradou tanto ao governo como à administração da TAP. Mas não é só: o governo precisa de garantir que a dívida fica na empresa e que os credores não vão exigir o seu pagamento assim que a companhia mudar de mãos.
Em 2012, a oferta final de Efromovich consistiu numa injeção no capital da TAP de 316 milhões de euros e um pagamento ao Estado de 35 milhões. O empresário dono da Synergy assumia ainda a dívida de mil milhões da empresa. Ao todo, investia 1,5 mil milhões na TAP.
Este ano, o governo já pediu uma reavaliação da companhia aérea, que concluiu que a empresa "está melhor do que estava em 2012". Ou seja, vale mais do que àquela data - algo como 1,6 mil milhões de euros.
Apesar do verão difícil, Fernando Pinto deverá em breve mostrar que a TAP está melhor. De acordo com os números a que o Dinheiro Vivo teve acesso: no primeiro semestre deste ano, a TAP cresceu em tráfego, número de passageiros e ocupação dos aviões. As receitas também subiram e a dívida caiu.
No total, a transportadora obteve 1098 milhões em receitas, mais quatro milhões do que no mesmo período de 2013. Já o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações) passou de 45,3 milhões negativos para 10,3 milhões. A surpresa é ainda maior quando se olha para a dívida líquida, que passou de mil milhões de euros em 2012 para 650 milhões. A dívida líquida em função da receita passou para 22,5%, menos 15,2 pontos face ao ano da última tentativa de venda.
E o número de passageiros cresceu 9,7% em julho, apesar de todas as paragens das últimas semanas (1,184 milhões). No total do ano, a TAP já transportou mais 459 mil pessoas do que na primeira metade do ano passado. A ocupação dos aviões está em 80,9%.


In http://www.dinheirovivo.pt/empresas/interior.aspx?content_id=4059485&page=-1
E vai começar o circo outra vez..

iloper

  • Mensagens: 1523
Nao me parece mal entrarem dinheiros externos desde que seja malta interessada... A TAP merece um futuro com dinheiro para os 787 :-)

José Alberto

Estes "accionistas" da Boeing  ::)

Flyz

  • Mensagens: 1263
Sinceramente não me parece que"vários investidores",AKA Pais do Amaral, vão alinhar em comprar "uma parcela minoritário"da TAP sem ganhar o controlo da empresas.. Ainda por cima porque depois existe o perigo de perder "a maioria do capital"que fica reservado "para um segundo momento da venda". A não ser que quem comprar agora ficar logo defendido com uma cláusula de compra preferencial..

ZG

  • Mensagens: 370
O candidato às primárias do PS António Costa mostrou-se hoje contra uma eventual privatização da TAP, sublinhando que a empresa é um "valor" que Portugal" não deveria hesitar" em conservar.
 
"Sobre a TAP já disse: é mesmo aquela empresa que não deveria ser privatizada porque os riscos da privatização da TAP são muito grandes", alertou.

António Costa falava aos jornalistas em Campo Maior, no distrito de Portalegre, à margem de uma visita ao certame Jardim de Papel, que decorre naquela vila alentejana até ao próximo dia 17.

Para o presidente da Câmara de Lisboa, a TAP é "condição da nossa inserção" de Portugal no mundo, uma vez que tem um valor "extremamente estratégico" para a relação transatlântica, em particular com o Brasil e o conjunto da América Latina.

"A TAP é um valor sobre o qual Portugal não devia hesitar em conservar", afirmou.

in DN 11AGO2013

 

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