Hawks

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ANAC vai investigar preços das tarifas na TAP

A Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) vai averiguar o que se passa com as tarifas da TAP para a Madeira, nomeadamente os casos de tarifas em classe executiva mais baixas do que as em classe económica. A garantia foi deixada esta tarde em Lisboa pelo vice-presidente da bancada do PS na Assembleia da República e presidente do PS-M, Carlos Pereira, que se reuniu com o presidente da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), Luís Miguel Ribeiro, para perceber a forma como esta entidade avalia o modelo do subsídio de mobilidade para a Madeira em vigor há pouco mais de um ano.

O parlamentar que se fez acompanhar do também deputado Luís Vilhena revelou que este exemplo denunciado pelo DIÁRIO e que demonstrou à ANAC com simulações próprias é a prova da "falta de credibilidade do modelo" e garantiu que o regulador vai indagar o que se passou para esta situação anómala. Carlos Pereira revelou ter procurado sensibilizar o responsável para a importância de uma avaliação minuciosa deste modelo de forma a que possa ser alterado em benefício e não em prejuízo dos madeirenses. "É uma questão delicada e ao mudar-se uma coisa pode-se alterar outra para pior", reconheceu. Ainda assim não poupa o Governo Regional, nem o isenta de culpas. "Era bom que o Governo fizesse o que é útil, que é atrair mais companhias aéreas", afirmou. "Só duas companhias, é pouco para garantir a concorrência", justificou. O socialista lembrou que Executivo de Miguel Albuquerque podia ter-se empenhado nas redução das taxas aeroportuárias, que estavam previstas, mas não aconteceram", a título de exemplo do que considera a inércia do executivo insular.

Carlos Pereira prometeu continuar este caminho de reunir com entidades relacionadas com o sector para trabalhar num modelo que não penalize os madeirenses sobretudo nas épocas de maior procura e pediu ao Governo Regional para não fazer de uma questão séria "uma arma de arremeso político", lembrando ainda que o que está em vigor é da responsabilidade da actual governação da Madeira em parceria com o Governo da República Passos/Portas.

http://www.dnoticias.pt/madeira/anac-vai-investigar-precos-das-tarifas-na-tap-YM178980#

SOYUZ

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Boas tardes a todos,

Em baixo transcrevo 2 artigos opinião publicados no Diário Noticias do Funchal - Madeira: Parte I em 15 Outubro 2016 e Parte II em 20 Novembro 2016.

Conforme podem verificar este é principal problema de acesso a preços concorrenciais no presente entre Portugal Continental (Lisboa e Porto) com Madeira (Funchal e Porto Santo), pois é mais barato viajar do FNC para Europa, mesmo com escala em LIS.

Para mim é claro e evidente, que a venda de Bilhetes de Avião nestas rotas (sobretudo por parte da TAP que continua a ter a maior quota de mercado), com direito a subsidio que descrevo com "dopping" de preço das tarifas sempre mais elevados e a sua manutenção em valores numa faixa elevada, de modo a permitir às companhias que aí operam obter o valor de passagem vendido com subsidio máximo por passageiro faz que seja sempre muito caro voar para este destino na companhia de bandeira TAP e quer nas LCC desde o Portugal Continental.

Nos meus desejos de coisas boas na aviação em Portugal para 2016, (que foi minha 1ª participação neste Fórum) seria a entrada da RYANAIR neste destino; quer a partir de Lisboa e também do Porto como a unica maneira de quebrar a partilha de mercado e a concorrência mais agressiva sobre os preços, como aconteceu nos Açores .

Assim continuo a esperar e desejar que RYANAIR comece a voar no Verão de 2017, quer LIS e OPO para FNC, mas também que EASYJET passe a voar diariamente do OPO-FNC e consiga acrescentar + 1 voo diário LIS para FNC.
 
A TRANSAVIA para mim só terá futuro se abrir base no OPO (como chegar a estar previsto antes da greve dos pilotos da AIR FRANCE) e ou LIS acresentar voos a preços mais competitivos.

O mesmo poderemos pensar sobre VUELLING, VOLOTEA ou NORVEGIAN, que já estão também presentes com voos da Europa para Madeira, mas só se existir abertura de base em Portugal e ou FNC poderam vir a concorrer.

Quanto à TAP (tem possibilidade clara em vez de ficar só concentrada no HUB de LIS) que no próximo ano 2017 concorra e ganhe, através da TAP EXPRESS à linha FNC-PXO (de modo a criar 1ª base no FNC (com bolsa em FNC para Pessoal de Cabine e de Pilotos).
é evidente que os custos pessoal através da WHITE e da PGA são substancialmente mais baixos que TAP. E acabará por fazer o mesmo OPO e mais tarde em FAO - embora aqui o tipo de mercado é substancialmente diferente). Além do voos inter-ilhas, podem fazer voos para Canárias: Las Palmas e Tenerife (concorrer com BINTER), Açores - Ponta Delgada e Faro (concorrer com a SATA) e comece a explorar a linha direta LIS/OPO-PXO (sobretudo Verão estrá sempre cheia), pois conforme demonstram os números existe mercado (que os concorrentes conseguem pois trabalham para vender bilhetes nas linhas que decidem entrar).


Bons voos, com boas leituras e analises.

 
Subsídio de Mobilidade, Tarifas e Concorrência – Parte I
Viajar da Madeira para outras cidades da Europa, custa, em regra, menos do que viajar para Lisboa pela TAP
GONÇALO MAIA CAMELO / 15 OUT 2016 / 02:00 H.
A recente notícia que a TAP estaria a oferecer voos em classe executiva, por valores inferiores aos praticados para as tarifas mais baixas da classe turística, o que veio a ser identificado pela operadora como uma “anomalia informática”, suscitou surpresa e indignação. Como é habitual, quem daí pretende retirar dividendos políticos aproveitou este mote para reabrir a discussão sobre o mérito do famigerado subsídio de mobilidade.

Ora, não tanto porque as incongruências da TAP ainda me surpreendam, mas porque também sou curioso e interessado na matéria, no dia 13 de Outubro fui pesquisar qual seria o preço de alguns dos voos (apenas de ida) disponíveis à partida da Madeira.

Assim, se entre os dias 17 a 21 de Outubro quisesse ir ao Continente, e pela TAP, conseguiria fazê-lo pelos seguintes valores:

Lisboa – € 125,02 (mínimo) ou € 107,89 (melhor preço)

Porto – € 107,89 ou € 92,89

Faro – € 111,55 (mínimo e melhor preço)

Já pela EasyJet, os valores seriam os seguintes:

Lisboa – € 112,49 ou € 61,00

Porto – € 74,99 ou € 64,99

No entanto, se optasse pela Transavia, e pelo Porto, pois a mesma não voa para Lisboa, poderia viajar por € 40,00.

Naturalmente, e, em especial, no caso da TAP, os melhores preços corresponderiam a horários menos (ou quase nada) convenientes para a generalidade dos passageiros.

Mas imaginando, por exemplo, que, pelo melhor preço que conseguiria ir a Lisboa através da TAP, estava disponível para ir a outro lado, então teria as seguintes opções:

EasyJet – Londres por € 95,99

Transavia – Paris por € 82,00, Lyon por € 87,00 e Nantes por € 86,00

Monarch – Londres por € 74,23 e Manchester por € 86,00

Aliás, e acreditem que confirmei várias vezes, desde que apenas fizesse escala na “Capital do Império”, no mesmo período a TAP permitira voar do Funchal para Madrid por € 91,02 e para Paris por € 91,55, ou seja, por um valor inferior ao melhor preço disponível para viajar só até Lisboa. Será mais uma “anomalia”?

Dito isto, e em termos meramente empíricos, creio que se podem/devem retirar daqui as seguintes conclusões:

1. Chegar ao Continente por Lisboa, e pela TAP, só é economicamente racional para quem tenha forçosamente que o fazer;

2. Chegar ao Continente pelo Porto, e através da Transavia, é a solução mais racional para quem o possa fazer;

3. Viajar da Madeira para outras cidades da Europa, custa, em regra, menos do que viajar para Lisboa pela TAP;

4. Utilizando o mesmo voo da TAP, é possível pagar menos para chegar a outras cidades da Europa, do que para chegar a Lisboa;

5. O valor das tarifas não tem uma correlação directa/necessária quer com a duração do voo, quer com o número de voos disponíveis;

No que diz respeito a eventuais correlações com o subsídio de mobilidade, e sem prejuízo das excepções que possam confirmar a regra, é possível concluir o seguinte:

1. As 2 transportadoras que asseguram ligações regulares ao Continente não praticam valores inferiores ao que não é comparticipado;

2. A transportadora que tem maior oferta é simultaneamente a que pratica preços mais elevados;

3. A transportadora que voa apenas para um destino comparticipado é a que pratica preços mais reduzidos, e os únicos abaixo do valor que é comparticipado;

4. Voar para o destino comparticipado para o qual existe mais oferta (Lisboa), custa mais do que voar para um destino comparticipado com menor oferta e mais distante (Porto); e,

5. Em regra, é possível voar para destinos não comparticipados e mais distantes por um preço inferior ao aplicável para os destinos comparticipados.

Por limitações de espaço/caracteres, não me é possível desenvolver estas conclusões, nem abordar o possível enquadramento político-jurídico das mesmas, o que farei na próxima oportunidade. Os dados e os factos ficam, desde já, lançados à reflexão.
por favor vejam e tirem as Vossas conclusões.

Subsídio de Mobilidade, Tarifas e Concorrência – Parte II
TRansportadoras
GONÇALO MAIA CAMELO / 19 NOV 2016 / 02:00 H.
Há um mês atrás, e na sequência de uma pesquisa das tarifas disponíveis para voos com partida da Madeira, constatei que:

1. As 2 transportadoras que asseguram ligações regulares ao Continente não praticavam valores inferiores a Eur 86;

2. A transportadora com maior oferta era a que praticava preços mais elevados;

3. A transportadora que voa apenas para o Porto era a que praticava preços mais reduzidos, e os únicos abaixo do valor que é comparticipado; e,

4. Voar para Lisboa custava mais do que voar para o Porto, e podia custar mais do que voar para alguns destinos internacionais.

Aparentemente, estas conclusões confirmam a percepção generalizada que, após a introdução do actual regime do subsídio de mobilidade, o valor das tarifas (em especial para e de Lisboa), aumentou. Designadamente, enquanto antes era possível, e até comum, encontrar viagens por valores que não conferiam sequer direito a qualquer comparticipação, ou cujo valor pouco excedia o montante da mesma, hoje em dia é quase impossível encontrar viagens cujo preço seja inferior ao valor que não é comparticipado.

O que bem se percebe. Por um lado, as transportadoras, que sempre tiveram passageiros garantidos, passaram a poder ter receitas acrescidas garantidas, ganhando margem de manobra para “empurrar” os preços até aos Eur 400. Por outro lado, e porque, até este valor, o custo final suportado pelos beneficiários é sempre igual, os mesmos deixaram de ter incentivo quer para planearem as viagens com efectiva antecedência, quer para optarem pelas tarifas, companhias e/ou horários mais económicos.

Ainda assim, creio não é justo “diabolizar” este regime, o qual, foi criado com evidentes boas intenções, e confere segurança acrescida aos beneficiários. Aliás, a confirmação que o número de viagens dos estudantes, que são, precisamente, aqueles que mais viajam nas épocas “altas”, aumentou, demonstram este facto. Por outro lado, e para além de o mesmo não ser o culpado dos “abusos” que são praticados pelas transportadoras, a maioria das soluções alternativas defendidas pelos seus críticos são manifestamente incompatíveis com as regras da União Europeia, pelo que nunca poderiam ser acolhidas.

No entanto, isto não quer dizer que este modelo não deva ser ponderado, e que não possa ser melhorado.

Designadamente, e cartões de crédito à parte, seria importante pensar num modelo que incentive, verdadeiramente, a compra antecipada. Por exemplo, que “premeie” os passageiros que encontrem preços mais baixos, designadamente permitindo que, em certos casos, os valores suportados pelos mesmos sejam inferiores aos actuais. Ou permitindo que, para as reservas feitas com certa antecedência mínima, os passageiros possam receber o subsídio imediatamente após o pagamento, ficando posteriormente obrigados a comprovar que efectuaram a viagem.

Por outro lado, seria essencial “disciplinar” os operadores aéreos, fazendo-os ver que, sendo eles os principais beneficiários financeiros do regime, têm que assumir, de forma voluntária – pois não é possível impor-lhes obrigações de serviço público –, compromissos “sociais” perante quem os financia. Designadamente, é inadmissível – e até imoral – que as operadoras, que tanto beneficiam com a Madeira e os Madeirenses, continuem a não disponibilizar um número mínimo de lugares com tarifa garantida/máxima para residentes e que não criem “pacotes” de produtos, promoções e/ou condições específicas para os mesmos.

Neste particular, e até para confirmar eventuais práticas de concertação de preços, a introdução de um 3.º operador na linha Funchal/Lisboa poderia ser essencial. Se, por exemplo, a Transavia começasse a voar para/de Lisboa, seria possível constatar se a mesma, como faz para o Porto, continuaria a praticar preços bastante mais baixos do que a TAP e a Easyjet. Ou se estas, para acompanhar a primeira, eventualmente desceriam os preços.

Na verdade, e até ver, o que este modelo tem demonstrado é que também as operadoras (e em especial a ex-pública) gostam de “comer à mesa do orçamento.”

Hawks

  • Mensagens: 754
Conclusão: das várias variantes de modelo de liberalização desde a sua implementação, esta é a que proporciona mais práticas abusivas por parte das companhias aéreas.

Este modelo favorece claramente a TAP, que continua a merecer a "fidelidade" dos residentes. A TAP mete viagens a 400€ e será a escolhida pelo residente mesmo que a EasyJet nos mesmos horários coloque o bilhete a 90€.  Ao residente a viagem custará sempre 86€. Neste moldes, a qualquer momento a EasyJet e Transavia podem começar a reduzir as suas ligações.

Seria também interessante perceber do plafond de 11 milhões que o GR disponibiliza para subsídios, quanto é entregue a cada companhia.

Continuo a achar que o modelo mais justo é a comparticipação de 50% do preço do bilhete. Assim as companhias continuam a concorrer entre si e cabe a passageiro decidir que quer pagar 50% de 90€ ou 50% de 400€...
« Última modificação: 20 de Novembro 2016, 22:10:47 por Hawks »


Airliner

  • Mensagens: 923
Conclusão: das várias variantes de modelo de liberalização desde a sua implementação, esta é a que proporciona mais práticas abusivas por parte das companhias aéreas.

Este modelo favorece claramente a TAP, que continua a merecer a "fidelidade" dos residentes. A TAP mete viagens a 400€ e será a escolhida pelo residente mesmo que a EasyJet nos mesmos horários coloque o bilhete a 90€.  Ao residente a viagem custará sempre 86€. Neste moldes, a qualquer momento a EasyJet e Transavia podem começar a reduzir as suas ligações.

Seria também interessante perceber do plafond de 11 milhões que o GR disponibiliza para subsídios, quanto é entregue a cada companhia.

Continuo a achar que o modelo mais justo é a comparticipação de 50% do preço do bilhete. Assim as companhias continuam a concorrer entre si e cabe a passageiro decidir que quer pagar 50% de 90€ ou 50% de 400€...
Lembre-se que quem poder fazer a escolha, tem que ter consigo 400 euros...

Hawks

  • Mensagens: 754
Airliner, tem razão. A questão é que nestes moldes, não tardará muito a que o passageiro nem possa fazer essa escolha, ou paga os 400 ou paga os 400. Isto porque as concorrentes da TAP ao sentir o mercado residente como perdido poderão recuar no número ligações e voltaremos ao monopólio do antigamente que não interessa a ninguém.

Hawks

  • Mensagens: 754
Citação
Ryanair levaria mais do que toda a promoção da Madeira

Eduardo Jesus volta a afirmar que o Governo da República discrimina a Região, no caso do transporte aéreo, relativamente aos Açores.

Respondendo a uma pergunta de Rui Barreto sobre o não apoio à Ryanair, o governante disse que não poderia ser gasto com apenas uma companhia, mais do que é destinado a toda a promoção da Madeira.

Eduardo Jesus não revelou quanto é que a Ryanair pedia para operar para a Madeira, mas falou em dez milhões de euros, que, ao que afirmou, haviam sido referidos pelo deputado do CDS.

http://www.dnoticias.pt/madeira/ryanair-levaria-mais-do-que-toda-a-promocao-da-madeira-YD588221
« Última modificação: 14 de Dezembro 2016, 10:51:16 por Hawks »


CS-TTK

  • Moderador
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Alguém sabe a que fim se destinavam estes supostos 10milhoes? Formação de pilotos? E mais?

toto1100

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Qual formaçao de pilotos.
Era um subsidio à operaçao como a Ryanair tanto gosta.

fxgaveiro

  • Mensagens: 46
Qual formaçao de pilotos.
Era um subsidio à operaçao como a Ryanair tanto gosta.

Ouvi numa reportagem há uns dias que o governo pagar a formação dos pilotos era uma das "exigências" para começarem a voar para a Madeira. Isso e a redução das taxas aeroportuárias.

toto1100

  • Mensagens: 3921
La porque dizem que vao usar em "X", nao quer dizer que nao seja um subsidio à operaçao como outro qualquer.

MannyV

  • Mensagens: 860
com subsidios assim ete crio uma companhia aerea para voar para a Madeira  ::)

Snip

  • Mensagens: 318
Ai Everjets Everjets... Não fossem tão amadores e as tarifas andavam bem melhores e não andavam a penar por mais companhias
« Última modificação: 14 de Dezembro 2016, 16:18:56 por Snip »


ClearedForTakeOff

  • Moderador
  • Mensagens: 1310
    • Aviation Blog
Ai Everjets Everjets... Não fossem tão amadores e as tarifas andavam bem melhores e não andavam a penar por mais companhias

O modelo de subsidio por bilhete (e não por leg), e preço fixo não lhes trazia vantagem alguma.
Só beneficia quem tem muitas frequências (todos os dias por exo), e pelo mesmo preço porque é que alguém havia de ir na EVJ em vez da TAP?
Tirando os "malucos" como eu que gostam de voar em tudo, porque é que alguém ia preferir reembolsos mais tardios por uso de VISA, ou não usar milhas?

obrigado

Hawks

  • Mensagens: 754
A edição impressa do DN-Madeira traz hoje declarações da Ryanair em resposta ao suposto pedido de um subsídio de 10 milhões de euros para operar na Madeira. Resume-se ao seguinte:

- A Ryanair nunca pediu 10 milhões de euros para operar  na Madeira.
- A Ryanair nunca negociou diretamente nem nunca recebeu qualquer proposta do Governo Regional uma entrada na Madeira.
- A Ryanair tem interesse em operar voos nacionais e internacionais de e para a Madeira.
- As taxas do Aeroporto da Madeira são 100% mais elevadas do que a de aeroportos concorrentes como Málaga, Lanzarote e Palma de Maiorca, o que torna proibitiva a sua base na Madeira.
- A Ryanair acusa o monopólio ANA-Vinci pelas taxas praticadas no Funchal.
« Última modificação: 19 de Dezembro 2016, 14:38:55 por Hawks »


flyinGuppy

  • Mensagens: 86
Málaga, Lanzarote e Palma de Maiorca não têm de pagar uma infraestrutura suportada em pilares sobre terreno ganho ao mar...

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