Adob

  • Mensagens: 213
E a Boeing fica com o risco de ter "investido" num país que é um bocado irregular (e de 3º mundo), que já virou para a extrema-esquerda (PT), agora virou para a extrema-direita. Por um lado tem um custo de mão de obra mais baixo que no Canadá (Bombardier CSeries adquirida pela Airbus), por outro lado a Airbus investiu num país estável (Canadá), embora o custo da mão de obra seja mais caro.
Quanto à integração no Quebec falam frances/ingles a integração no universo Airbus a nivel de lingua é facil. Já integrar a Embraer na Boeing, é os brasileiros só falarem Ingles, porque Americanos não vão aprender português de certeza. :)

A Boeing investiu numa empresa. A Airbus investiu num projecto, não na Bombardier.

A Embraer tem uma vasta penetração no mercado regional e há imensos E175 e E190 que, à frente, vão ter que ser substituídos. O CS/A220 é um produto novo que ainda está a criar a sua base de clientes.

Rex

  • Mensagens: 1234
Sim mas não tem a lotação de um 300.
O XLR estará ao nivel de um 200 em termos de capacidade/range, ou estarei errado?

Não sei se XLR verá a luz do dia, parece-me mais uma manobra de cortar margem/dificultar a decisão da Boeing.
O XLR basicamente seria um LR mas sem ter os 3 ACT (tanques auxiliares) amovíveis, terá que ser um tanque central integral, e permanente, poupando peso em relação a vários ACT e preenchendo mais algum volume extra disponível, com alguns reforços estruturais aqui e ali, bem como ganhos marginais numa coisa ou outra. E ganhando algum range nunca poderá transportar mais do que 170/200 passageiros conforme a cabine no máximo desse range.

Se a Boeing avançar com o NMA julgo que a Airbus avançará com algo que seria uma espécie de 322 (??) e ambos os fabricantes vão gastar muito dinheiro no processo daí todas estas cautelas e jogo de xadrez.
Interessante do artigo que pus ontem é que a Boeing ao fazer o NMA poderá pôr em prática uma verticalização do negócio que será a base também da substituição do 737, ou seja, significativa parte do esforço e investimento posto no NMA seria para poupar depois num substituto do 737.

A Boeing actualmente parece-me mais avançada/eficiente em termos de produção, conseguir produzir mais barato, a Airbus provavelmente não estará a dormir e a decisão recente de abandonar o A380 também terá a ver com isso.  Os próximos anos vão ser interessantes.
« Última modificação: 20 de Fevereiro 2019, 14:37:01 por Rex »


pedferre

  • Mensagens: 369
E a Boeing fica com o risco de ter "investido" num país que é um bocado irregular (e de 3º mundo), que já virou para a extrema-esquerda (PT), agora virou para a extrema-direita. Por um lado tem um custo de mão de obra mais baixo que no Canadá (Bombardier CSeries adquirida pela Airbus), por outro lado a Airbus investiu num país estável (Canadá), embora o custo da mão de obra seja mais caro.
Quanto à integração no Quebec falam frances/ingles a integração no universo Airbus a nivel de lingua é facil. Já integrar a Embraer na Boeing, é os brasileiros só falarem Ingles, porque Americanos não vão aprender português de certeza. :)

A Boeing investiu numa empresa. A Airbus investiu num projecto, não na Bombardier.

A Embraer tem uma vasta penetração no mercado regional e há imensos E175 e E190 que, à frente, vão ter que ser substituídos. O CS/A220 é um produto novo que ainda está a criar a sua base de clientes.
A Airbus "investiu" relativamente, uma vez que recebeu o projecto/aviões de graça, bem no futuro para ficarem com mais dos que os 50%, já terão de comprar o resto das ações ainda na posse do estado Canadiano e da Bombardier. :)
Quem investiu no projecto e aguentou os prejuizos do mesmo foram os contribuintes canadianos e o estado do Quebec no passado recente.
E vendas passadas dos E175 e E190 não são vendas futuras, vamos a ver se as companhias aéreas no futuro trocam esses modelos por outro modelos da Embraer/Boeing ou vão para modelos Airbus (ex CSeries Bombardier).
« Última modificação: 20 de Fevereiro 2019, 14:50:48 por pedferre »


toto1100

  • Mensagens: 3610
A Rolls Royce desistiu de desenvolver um motor para o 797. Seria a primeira aplicacao da sua nova linha de motores "UltraFan", que agora deixa de ter qualquer aplicacao futura prevista: https://www.flightglobal.com/news/articles/rolls-royce-foresees-broad-applications-for-ultrafa-456250/

AECM

  • Mensagens: 271
Acho que vamos ver um RR Ultrafan num A350NEO
« Última modificação: 01 de Março 2019, 16:04:18 por AECM »


New Engine Option

  • Mensagens: 2304
Sim, lá para 2025.

Resposta rápida

Com a resposta rápida pode escrever uma mensagem quando está a ver um tópico sem carregar uma nova página. Pode, ainda, usar o código BBC e os risonhos como usaria numa mensagem normal.

Aviso: este tópico não tem nenhuma mensagem nova há, pelo menos, 90 dias.
A não ser que tenha a certeza que quer responder, por favor, considere a hipótese de criar um novo tópico.

Nota: esta mensagem não irá aparecer até ter sido aprovada por um moderador.
Nome: Email:
Verificação:

 

Tópicos Relacionados

  Assunto / Iniciado por Respostas Última mensagem
0 Respostas
843 Visualizações
Última mensagem 16 de Fevereiro 2014, 00:34:12
por ruialves
337 Respostas
25177 Visualizações
Última mensagem 02 de Fevereiro 2016, 21:18:33
por lrad
11 Respostas
2555 Visualizações
Última mensagem 09 de Junho 2016, 07:59:15
por iloper
0 Respostas
686 Visualizações
Última mensagem 22 de Setembro 2016, 12:26:47
por LapaG
47 Respostas
5012 Visualizações
Última mensagem 15 de Setembro 2017, 12:17:36
por nunopinheiro

Total 100+0=100 ms, db 0 ms, php 100 ms