IL62M

  • Mensagens: 79
Por  mais frota de longo curso que a Tap tenha ou venha a ter, enquanto o espírito do  colectivo de cabine não mudar, não se vai longe, literalmente.

Recentemente falei com uma Purser, ja com os seu 50 anos. Quando  tematizei São Francisco, em vez de entusiasmo da parte dela sobre este novo ex libris como destino, qual o meu espanto quando me responde, que  nem pensar e Asia ainds muito menos....porque é muito longo...e que não pode ser poque estas horas de voo não estão no contrato colectivo do pessoal de cabine....

Com este espírito não vale a pena sequer sonhar com o A350. Infelizmente.

Miseráveis.

aviationlover

  • Mensagens: 1079
Por  mais frota de longo curso que a Tap tenha ou venha a ter, enquanto o espírito do  colectivo de cabine não mudar, não se vai longe, literalmente.

Recentemente falei com uma Purser, ja com os seu 50 anos. Quando  tematizei São Francisco, em vez de entusiasmo da parte dela sobre este novo ex libris como destino, qual o meu espanto quando me responde, que  nem pensar e Asia ainds muito menos....porque é muito longo...e que não pode ser poque estas horas de voo não estão no contrato colectivo do pessoal de cabine....

Com este espírito não vale a pena sequer sonhar com o A350. Infelizmente.

Como é que ela pode dizer uma coisa dessas, a rota já foi anunciada e começará este Verão, essa senhora parou no tempo não?
Neste caso dou o braço a torçer a TAP a nível de cabin crew ainda tem muito que alterar.

Groundspeed

  • Mensagens: 28
    • Nada a apontar
@avionationlover
Ela se for, vai contrariada. E naturalmente haverá quem queira ir porque é um destino atrativo.

Mas com esta atitude é complicado lançar destinos perfeitamente viáveis no mercado asiatico, como Delhi, Singapura, China ou Bangkok.

Assim sendo o Neeleman insiste no seu fetiche dos Estados Unidos.
É uma estratégia que eu duvido que trará o sucesso financeiro desejado.

Se a estratégia dele falhar, a Tap vai ter uma série de aviões parados.

Rex

  • Mensagens: 1248
Não sei realmente qual é a importância da opinião de uma tripulante de cabine entre milhares.
E já agora por curiosidade, se EUA são fetiche de Neeleman, qual é a melhor estratégia para a TAP na sua opinião?

Faro1910

  • Mensagens: 350
    • És de Faro, és Farense
@avionationlover
Ela se for, vai contrariada. E naturalmente haverá quem queira ir porque é um destino atrativo.

Mas com esta atitude é complicado lançar destinos perfeitamente viáveis no mercado asiatico, como Delhi, Singapura, China ou Bangkok.

Assim sendo o Neeleman insiste no seu fetiche dos Estados Unidos.
É uma estratégia que eu duvido que trará o sucesso financeiro desejado.

Se a estratégia dele falhar, a Tap vai ter uma série de aviões parados.

Se os EUA não funcionarem, a Ásia não funcionará mesmo! A Ásia sim, é que é um fetiche de muitos foristas... Pensemos em ter um hub regional forte e competitivo. Ser hub global é só para alguns, pelo menos por enquanto!

japenunes

  • Mensagens: 99
fonix para o passageiro em turística o A330 neo até é mais confortável que o A350 e bastante mais que o B787, e no fim do dia é isso que o passageiro quer saber.

A vasta maioria dos pax só vai saber dizer que o assento era largo ou não e se tinha muito espaço para os joelhos.

Pois eu como passageiro lhe digo. Os assentos do A330 Neo em económica verde são duros como pau. O espaço de pernas é curto e as dores lomabares num voo de 7 horas aparecem rápido.
Nas cadeiras vermelhas o espaço de pernas é bom , mas continua a ser assento de pau.
O B787 é muito mais confortável. De longe.

Longo curso recentemente so andei no CS-TOF, não me queixo do conforto. Em relação aos aviões do médio curso, digo o mesmo dos bancos verdes... Em voos de 1h30min para a Madeira fico com dores nas costas, nem quero imaginar nos voos de 5h para Moscovo, Dakar, cabo verde e afins...

japenunes

  • Mensagens: 99
Será que a TAP está a pensar abrir uma rota para o ano para Tóquio, visto a aproveitar os jogos olímpicos de 2020?

Sinceramente não me parece, apesar de aqui ao lado a Ibéria estar-se a sair, aparentemente, bem nessa rota.

Por acaso tenho visto imensos turistas japoneses em Lisboa. Ontem no Cabo da roca eram às centenas! E não eram escursoes, pois a carreira 403 da Scott entre Cascais e Sintra enchia de japoneses.

aviationlover

  • Mensagens: 1079
Concordo com o que se disse aqui sobre rotas para a Ásia, eu penso que é torrar dinheiro, temos a Emirates e a partir de Junho vamos ter a Qatar cada uma delas a fazerem preços acessíveis para a Ásia, a TAP não aguentaria com esses preços, mas vão me dizer ah e tal a Iberia vai voar para Tóquio, sim mas não nos podemos esquecer de quem está por trás da Iberia que é a IAG que é um grande grupo.
« Última modificação: 15 de Abril 2019, 15:36:24 por aviationlover »


Groundspeed

  • Mensagens: 28
    • Nada a apontar
Na Europa existem actualmente a volta de 120 companhias aéreas mais coisa menos coisa. A maior parte delas (sobre)vive sob uma enorme pressão e não sabe como vai ser o dia de (depois de) amanhã.
Há quem estime que num futuro não muito distante, apenas 10 a 20 poderão subsistir "sozinho".

A Tap entrou na Star Alliance, e foi uma boa  opção na altura. Mas raramente consegue chegar ao fim do ano com contas equilibradas e a pressão vai aumentar seguramente.

Uma fusão poderá vir a ser necessário um dia.

Até lá a renovação da frota é mais uma obrigação do que uma opção.
Ter optado pelo A339 em exclusivo só é explicável com o desejo do  Neeleman "querer voltar  a sua terra" no matter how....

O A321LR  tem um enorme ponto de interrogação. O passageiro vai querer entrar lá em grande número para atravessar o Atlântico?
É um tiro no escuro, o conceito é novo e por isso arriscado.

Seria um mix entre A339 e A350.
Seria menos USA e mais coragem na Ásia.

Mas o Neeleman esta condicionado às suas origens brasileiras e norte-americanas.

É complicado. Mas na altura mais ninguém (da Europa !!) quis ficar com Tap.

RazeR550

  • Mensagens: 74
Por  mais frota de longo curso que a Tap tenha ou venha a ter, enquanto o espírito do  colectivo de cabine não mudar, não se vai longe, literalmente.

Recentemente falei com uma Purser, ja com os seu 50 anos. Quando  tematizei São Francisco, em vez de entusiasmo da parte dela sobre este novo ex libris como destino, qual o meu espanto quando me responde, que  nem pensar e Asia ainds muito menos....porque é muito longo...e que não pode ser poque estas horas de voo não estão no contrato colectivo do pessoal de cabine....

Com este espírito não vale a pena sequer sonhar com o A350. Infelizmente.

No último ano fiz vários voos de longo curso entre LIS-MIA-LIS em economica ou em executiva e não tenho uma única queixa do serviço, sempre pessoas muito prestáveis. No médio-curso idem onde fiz dezenas de voos.

Groundspeed

  • Mensagens: 28
    • Nada a apontar
.....temos a Emirates e a partir de Junho vamos ter a Qatar cada uma delas a fazerem preços acessíveis para a Ásia, a TAP não aguentaria  Iberia vai voar para Tóquio, sim mas não nos podemos esquecer de quem está por trás da Iberia que é a IAG que é um grande grupo.

1) Temos de facto a Emirates. Mas o algoritmo da Emirates é lixado e ela cobra se bem se nos apanha na curva.
2) Toquio não é viavel.

Com a frota adequada e com juízo nas tarifas destinos como China, Delhi e/ou Mumbai, Singapura ou Bangkok estão perfeitamente ao alcance.

Mas o juízo na Tap nas tarifas é precisamente um dos problemas. Ela esta habituada a abusar nos mercados onde tem (quase) monopolio.
E de resto encosta se ao code-share com a LH.

A Tap sempre fugiu a competição.
« Última modificação: 15 de Abril 2019, 16:06:18 por Groundspeed »


Cebola

  • Mensagens: 366
Julgo que a Tap antes de sonhar com a Asia deveria apostar nas sinergias com a Star Alliance e apostar nas rotas de Africa. Aqui entenda-se com novos destinos, mesmo aqueles onde a Air France e Bruxells são rainhas. Alguns destinos africanos têm valores "pornográficos" para os quais daria para um transatlantico em executiva.
E para isso não seria necessario grandes investimentos de frota (novos modelos), talvez fazendo voos "red eye" (confesso que adorei aprender esta expressão) pois o nivel de ligações é grandemente efetuado em horarios nocturnos.
Já agora, e olhando para os 319, 20 e 21 da LH com idades a superar bem os 20 anos, porque é que a TAP não "estica" um pouco a longevidade de certos aparelhos e experimenta novas rotas em Africa?
Não sei quais os custos que poderia daqui advir (checks adicionais, etc) mas poderia ser uma boa ferramenta cujo custo mensal (leasing) deverá ser baixo atendendo á idade do aparelho, logo de risco reduzido.

CS-TTK

  • Moderador
  • Mensagens: 1407
O A321LR  tem um enorme ponto de interrogação. O passageiro vai querer entrar lá em grande número para atravessar o Atlântico?
É um tiro no escuro, o conceito é novo e por isso arriscado.

O pessoal ja atravessa o atlantico em B757. A unica coisa nova aqui e o modelo do aviao, porque atravessar o atlantico em narrow body ja nao e novidade...

nunopinheiro

  • Mensagens: 4075
Sobre  A321LR Desde que o preço esteja em conta, o facto do aparelho possibilitar um voo direto vs um em ligação mais que compensa qq "claustrofobia"

Faro1910

  • Mensagens: 350
    • És de Faro, és Farense
O passageiro da económica quer voar a rota mais direta possível, com preço acessível, chegando a horas e em segurança. O resto importa muito pouco! Os WB são maiores mas também levam mais gente, por isso a claustrofobia é muito relativa. Já fiz transatlânticos em NB e WB, e (para lá do gozo pessoal de voar WB) não senti nenhuma diferença relevante em espaço ou conforto.
« Última modificação: 15 de Abril 2019, 16:45:55 por Faro1910 »


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