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TAP transporta +8,5% de tráfego até Outubro
com subida da ocupação dos aviões para 82,2%


Presstur 03-11-2014 (14h46)

A TAP alcançou um crescimento médio do tráfego (em passageiros x quilómetros voados, RPK) de 8,5% nos primeiros dez meses deste ano, com o qual melhorou a taxa média de ocupação dos voos em dois pontos percentuais ou 2,6%, para 82,2%.

No mês de Outubro, em que no dia 30 a sua operação foi afectada por uma greve dos tripulantes de cabina convocada pelo SNPVAC, a TAP teve um crescimento do tráfego em 7,3%, mas a taxa de ocupação, pela primeira vez este ano, foi inferior à do mês homólogo de 2013, em 0,4 pontos, situando-se ainda assim acima dos 80%, em 81,6%.

Em número de passageiros, a TAP somou quase 9,9 milhões de Janeiro a Outubro, +8,5% ou mais cerca de 770 mil que no período homólogo de 2013, com o aumento no mês de Outubro a ser de 8,2% ou aproximadamente 79 mil, para cerca de 1,04 milhões.


Ler mais aqui: http://www.presstur.com/site/news.asp?news=48805


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TAP apanhada por ‘tempestade’ tanto na ‘eira’ como no ‘nabal’

Presstur 10-12-2014 (17h06)

O CEO, Fernando Pinto, confirmou ontem que nesta segunda metade do ano, em que a companhia aumentou frota, destinos e rotas, foi ‘apanhada’ por ‘turbulência’ simultaneamente na ‘eira’ e no ‘nabal’, ou seja, nos seus dois maiores mercados, Portugal e Brasil, que o impedem, como há um ano, de já saber se a companhia aérea terá ou não lucro.

As situações são, no entanto, diversas. Em Portugal, a ênfase do CEO da TAP é no impacto das greves que se têm sucedido desde Agosto, as quais, como fez questão de frisar, têm consequências que se fazem sentir antes e depois dos dias em que ocorrem. No Brasil, foi um quadro de ‘arrefecimento’ da economia e a sequência Copa do Mundo e eleições presidenciais, em ambos os casos com consequências negativas nas viagens.

Como de costume, Fernando Pinto evitou números, justificando-o com a relevância que o mês de Dezembro tem no balanço do ano. Porém, enquanto há um ano, no encontro que tradicionalmente promove com a imprensa na época de Natal, pode afirmar que a companhia perspectivava resultados “melhores do que no ano de 2012”, ontem, além de admitir que a empresa “dificilmente” atingirá o resultado “levemente superior” ao de 2013 que projectara, deixou mesmo em dúvida se terá resultados positivos.

Não sabemos se vamos ter lucro, não temos a certeza. Só sabemos depois do fechamento final de contas”, disse, referindo-se à TAP, SA, que engloba o transporte de passageiros e de carga, bem como a manutenção para terceiros em Portugal, e que sublinhou ser o ‘fiel da balança’.

“Vai haver ainda alguma perda [ao nível do Grupo], sem dúvida nenhuma, mas o que comanda mesmo é o transporte aéreo. Se o transporte aéreo tiver resultados sólidos conseguimos chegar lá próximo até a nível de grupo. Se não tiver resultados sólidos é mais difícil”, disse.

Em 2013, o grupo TAP teve 2.671,5 milhões de euros de receitas, de que o transporte aéreo de passageiros e carga foi responsável por 87,8%, com 2.346,5 milhões, 94,5% dos quais em vendas de passagens, com o montante de 2.217 milhões, 37% dos quais na Europa sem Portugal, 24,8% em Portugal e 23% no Brasil.

Ora, os indicadores da aviação que são conhecidos mostram que nos mercados que representaram no ano passado 84,8% das vendas de passagens da TAP, a tendência que se tem desenvolvido este ano é de crescente dificuldade das companhias para terem receitas a acompanharem a evolução do tráfego, por queda do preço das passagens, visível, por exemplo, nas contas dos três grandes grupos aéreos europeus.

E a TAP não escapa a essa tendência, como o reconheceu ontem Fernando Pinto e já o tinha reconhecido o administrador Luiz Mór quando, no passado Domingo, se dirigiu ao Congresso da APAVT.
“Transportar passageiro é um pouco mais fácil do que ganhar dinheiro”, afirmou então Luiz Mór, ao evidenciar que a TAP tem este ano um aumento em cerca de 7% do número de passageiros transportados (+7,3% de Janeiro a Novembro), mas a evolução da receita é prejudicada porque o yield (receita média por passageiro voado um quilómetro) caiu.

O CEO da TAP evidenciou que a companhia já tem medidas para sobreviver a uma “tempestade quase perfeita”, em que o único alívio é o preço do combustível estar a baixar, que passam também por “postergar” investimentos e realizar operações de financiamento que lhe permitam manter uma tesouraria saudável mesmo com o processo de privatização a decorrer.

No primeiro caso está o adiamento da renovação da frota da Portugália, que apresentou mais como uma “mudança” de estratégia, no sentido de ser uma decisão já “tomada em conjunto” com o vencedor da privatização.

Quanto à tesouraria da empresa, além de frisar que é uma questão recorrente “todos os Novembros”, Fernando Pinto afirmou que a decisão da companhia foi antecipar a venda dos quatro A340, prevista no quadro da chegada dos A350 a partir de 2017.

“Então é preferível vendermos agora antes da entrada dos A350”, afirmou, referindo que a companhia fará um aluguer desses aviões pós-venda (lease back) até à chegada dos novos aviões.


Jopeg

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Crescimento das linhas do Brasil supera 60 mil

TAP transporta mais 710 mil passageiros com mais meio milhão em rotas europeias

Presstur 06-01-2015 (19h13)

A TAP transportou 11,4 milhões de passageiros em 2014, +6,6% ou mais 710 mil que em 2013, segundo indicou hoje, com dados a que o PressTUR teve acesso a mostrarem que o ‘grosso’ do aumento foi em rotas internacionais na Europa, com mais meio milhão que há um ano.

A companhia, de acordo com esses dados, teve mais passageiros que em 2013 em todos os sectores e rede, incluindo os voos domésticos, com o segundo maior aumento a ser nas ligações com o Brasil, com um aumento acima de 60 mil.

Seguiram-se os aumentos em cerca de 39 mil nos voos do sector Atlântico Central, em cerca de 25 mil nas ligações com as Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, Atlântico Norte (Estados Unidos), com mais cerca de 25 mil, África, com mais cerca de 13 mil, e Continente, com mais cerca de 11 mil.

O comunicado divulgado hoje pela companhia destaca que o aumento médio do número de passageiros transportados em 2014 foi impulsionado pelo “crescimento médio consistente” em 8% nos primeiros dez meses do ano, enquanto Novembro e Dezembro tiveram impacto negativo na média “por efeito das perturbações laborais verificadas”.

Os dados avançados hoje pela companhia portuguesa permitem calcular que o aumento de passageiros em 2014 foi, ainda assim, em linha com o aumento médio anual na década de 2003 a 2013 (+6,7%), em que passou de 5,6 milhões de passageiros para 10,7 milhões.

Com o aumento em 6,6% no ano passado, o crescimento médio anual do número de passageiros da TAP na década 2004-2014 situa-se em 6,3%.

Nestes dez anos, em que passou de 6,2 milhões para 11,4 milhões de passageiros, a TAP só em 2009, ano da crise económico-financeira mundial, teve uma quebra em relação ao ano anterior, em 3,4% ou cerca de 300 mil.

Em todos os outros anos teve crescimentos, os maiores dos quais em 2004, 2007 e 2008, com aumentos de cerca de 900 mil passageiros em cada um, seguindo-se 2010, 2011 e 2014, com mais cerca de 700 mil em cada.

Os anos de maiores aumentos percentuais mantêm-se 2007, com +13%, 2008, com +11,5%, e 2004, com +10,7%.

A informação da TAP divulgada hoje indica também que a taxa de ocupação média dos voos da companhia subiu 1,1 pontos em 2014, atingindo 80,1%, que face à taxa de ocupação de 2013 declarada no seu Relatório e Contas desse ano (79,4%, +2,6 pontos que em 2012) representa um aumento em cerca de 0,7 pontos.

O PressTUR avançou ontem que a TAP superou em 2014 pela primeira vez os 11 milhões de passageiros transportados num ano e que apesar do aumento de capacidade (em ASK, lugares x quilómetros voados) em 5,5%, porque teve um crescimento do tráfego (em RPK, passageiros x quilómetros voados) em 7%, teve um aumento da taxa de ocupação em 1,1 pontos, para 80,6%.
 
Esse aumento foi impulsionado especialmente pela subida nas rotas de médio curso, com aumentos acima de três pontos tanto nas ligações internacionais intra-europeias, quanto nas ligações com as ilhas e nas rotas domésticas.

A taxa mais alta do ano foi, porém, nos voos dos Estados Unidos, acima de 85%, com um aumento em 2,5 pontos, e, seguidamente, nos voos do Brasil, com 83,1%, neste caso em baixa de 1,1 pontos.


Jopeg

LisbonJet

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O problema vão ser os yields de 2014. "Transportar passageiros é fácil".

Flyz

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Resultados da TAP degradam-se 36,2 milhões
e passam de lucro a prejuízo de 27,7 milhões

Presstur 24-01-2015 (14h44) O Verão de 2014 não permitiu à TAP sair do ‘vermelho’, como em 2013, e no final do 3º trimestre tem um prejuízo de 27,72 milhões, que significa uma degradação de 36,2 milhões em relação ao período homólogo de 2013, de acordo com o Boletim divulgado ontem pela Direcção Geral do Tesouro e Finanças.
Os dados contidos no “Boletim informativo sobre o Sector Empresarial do Estado” indicam que enquanto em 2013 a TAP tinha um prejuízo de 110,9 milhões no final do segundo trimestre, mas depois do Verão tinha um lucro de 8,5 milhões, em 2014 embora tenho reduzido em 46,3 milhões o prejuízo no final do segundo trimestre face ao período homólogo de 2013, depois do Verão tem uma degradação de 36,2 milhões e mantém-se ‘no vermelho’.
Estes dados permitem calcular que no terceiro trimestre, época alta da aviação do Hemisfério Norte, em que as companhias ganham dinheiro para compensar as perdas da época baixa (finais de Outubro a finais de Março), a TAP em 2014 teve lucro, mas abaixo de 2013 na ordem de 69%.
Os dados permitem calcular que ao contrário do que tradicionalmente acontece a TAP até tinha conseguido lucro no segundo trimestre, na ordem de 10,4 milhões, melhor que no período homólogo de 2013 em cerca de 53,5 milhões, embora ainda insuficiente para anular a perda nos primeiros três meses, em 75 milhões, pior que no período homólogo de 2013 em cerca de 7,2 milhões.
Essa evolução, porém, não teve correspondência no terceiro trimestre, em que a companhia tem uma quebra dos lucros na ordem de 82,6 milhões.
O Boletim permite calcular que essa degradação decorre de idêntica tendência tanto a nível de resultados operacionais quanto de resultados financeiros.
No final do terceiro trimestre, embora tendo um aumento de passageiros em cerca de 8,5% ou 693,1 mil, o volume de negócios da empresa apenas cresce 0,1%, para 1.828,2 milhões de euros.
Os dados do Boletim não permitem calcular a evolução do yield (preço médio por quilómetro voado), indicador de preço mais utilizado na aviação, pois não distinguem qual a parte do volume de negócios que é receita de passagens nem indicam a variação do tráfego em passageiros e quilómetros voados (RPK).
Ainda assim é possível calcular que no final do terceiro trimestre a TAP, que estava com um aumento do número de passageiros transportados em 8,5%, para 8,86 milhões, tinha uma queda de 7,7% na receita média total por passageiro voado
Essa indicação, porém, está de acordo com o que se conhece da tendência na aviação europeia, tanto nas chamadas companhias ‘tradicionais’ quanto nas low cost, de queda do yield, pressionada pela intensificação da concorrência, no campo das low cost pela sua expansão e pela transferência para esse modelo das operações de médio curso dos grandes grupos aéreos e no campo das ‘tradicionais’ pela intensificação da concorrência das companhias do Golfo.
Na TAP, a evolução no Verão reflecte adicionalmente as perturbações na operação com o aumento o aumento de rotas e frota, a que o Boletim se refere indicando que a TAP foi “quase exclusivamente” responsável pelo aumento dos Fornecimentos e Serviços Externos (FSE) da Parpública em 49,1 milhões, “decorrente de perturbações na actividade durante o verão de 2014, nomeadamente implicando o fretamento de aviões e indemnizações a passageiros”.
O Boletim indica que no final do terceiro trimestre os FSE da TAP têm um aumento em 3,7% ou 49 milhões de euros, para 1.365,4 milhões, o que por sua vez permite calcular um aumento em 13,5% no terceiro trimestre, para cerca de 546,6 milhões, mas não especifica a evolução das outras rubricas, nomeadamente da mais elevada, que é a dos combustíveis, os quais, pelas indicações do mercado teriam permitido algum alívio dos custos.
Ainda assim, e embora tendo uma redução dos gastos com pessoal em 0,4%, para 345,3 milhões de euros, o aumento dos FSE (+3,7%) face à ‘magra’ subida dos proveitos (+0,1%) levou, de acordo com o Boletim, a uma quebra dos meios libertos pela exploração (EBITDA, resultados antes de juros, impostos, amortizações e provisões) em 40,7% ou 42,5 milhões de euros, para 62 milhões, o que significa uma degradação da margem EBITDA em 2,3 pontos, para 3,4%.
Em resultados operacionais, o Boletim indica uma quebra em 141% ou 39,9 milhões, de um lucro de 28,3 milhões de euros no final do terceiro trimestre de 2013 para um prejuízo de 11,6 milhões em 2014, o que significa uma margem operacional negativa em 0,6%, quando em 2013 tinha uma margem operacional positiva de 1,6%.
Esta evolução, como é possível calcular pelos dados do Boletim, é marcada pelo Verão, pois até ao final do segundo trimestre a TAP até tinha conseguido reduzir o prejuízo operacional em 41,8%, para 64,6 milhões, mas no terceiro trimestre teve um lucro operacional 63,3% menor que no período homólogo de 2013, pelo que não conseguiu ‘limpar’ o prejuízo dos primeiros seis meses.
O Verão, período em que a TAP aumentou frota e rotas, o que normalmente na aviação se traduz por uma subida imediata dos custos e um aumento mais lento dos proveitos, como é possível calcular pelos dados do Boletim, para a companhia portuguesa traduziu-se em aumentos dos FSE em 13,5% e dos gastos com pessoal em 9,8%, enquanto o aumento das receitas foi de 0,4%.
O aumento dos custos em fornecimentos e serviços externos em cerca de 65 milhões de euros e dos gastos com pessoal em cerca de 10,9 milhões, que se devem ao aumento da operação, bem como aos fretamentos e indemnizações a passageiros, como referido no Boletim, porém, apenas explicam parcialmente a degradação dos resultados operacionais no Verão passado em cerca de 78,6 milhões, pois também se verificou uma degradação da receita média (incluindo receitas de passagens e manutenção) por passageiro transportado em cerca de 9,1%, que além da queda do yield da aviação no caso da TAP era expectável pelo efeito da expansão da frota e da rede, que tem normalmente mais custos mais rapidamente do que mais receitas, embora a companhia tenha apostado em fazê-la em época alta, quando a procura é mais forte, para reduzir esse efeito.

http://www.presstur.com/site/news.asp?news=49620



Auch.. As low-cost já estão a magoar...e por essa razão a tap precisa de ser privatizado..precisa de transformar a PGA numa feeder low-cost para poder competir neste mercado competitivo, e a sorte da tap e que ainda não há aeroporto novo, se houvesse a tap já tinha sido engolido por todas as outras companhias e low-cost..

Jorge78

  • Mensagens: 2794
 que a entrada da Ryanair ia trazer estragos... depois do que aconteceu no verão era de esperar.

Acho que o aeroporto novo nada tem fe relevante para estas contas, se tem explique o porquê.
« Última modificação: 24 de Janeiro 2015, 20:02:38 por Jorge78 »


Alex

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A Ryanair já arruinou a TAP no Porto e Faro, Lisboa vai levar tempo a abrir as 35 rotas programadas, quando estas estiverem implementadas o trafego Europeu da TAP fica-se pelo "feed".
« Última modificação: 26 de Janeiro 2015, 23:55:09 por Alex »


Mariovieira

  • Mensagens: 1942
Olá a todos ;

Directamente do PressTur, boas notícias apesar de tudo ;

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Em 2014, com 35,8% do tráfego Portugal - Espanha
TAP ultrapassa pela primeira vez
o milhão de passageiros nas rotas de Espanha


Presstur 28-01-2015 (00h05) A TAP passou em 2014 pela primeira vez a marca do milhão de passageiros nos seus voos entre Espanha e Portugal, assegurando não só a liderança do mercado como, ainda, um reforço dessa posição, de acordo com dados da AENA, gestora dos aeroportos espanhóis, recolhidos pelo PressTUR.
Os voos da companhia portuguesa, segundo esses dados, tiveram um aumento de passageiros em relação a 2013 em 8,6% ou 82,2 mil, atingindo um total de 1,038 milhões, enquanto o tráfego total entre aeroportos portugueses e espanhóis cresceu 6% ou 163,1 mil passageiros, para 2,902 milhões.
Estes dados permitem ver que o conjunto das restantes companhias que operam voos entre Espanha e Portugal, as maiores das quais a Ryanair, a Iberia, a Vueling, a easyJet, a Air Europa, a Air Nostrum e Air Berlin, tiveram um crescimento médio do número de passageiros em 4,5%, que significou um aumento de 81 mil, para 1,867 milhões.
A companhia que mais contribuiu para esse aumento do conjunto de concorrentes da TAP foi a Vueling, que aliás foi a que teve o maior aumento do ano, com mais 84,4 mil passageiros que em 2013 (com +46,9%, para 264,2 mil), o que também reflecte o nível baixo que tinha nesse ano, em que era apenas a 5ª maior companhia em passageiros voados entre Espanha e Portugal.
O segundo maior aumento nesse grupo, mas já abaixo do da TAP, foi da Air Europa, que tem um quadro semelhante ao da Vueling, pois teve um 2013 em forte queda (-30,4% de passageiros de e para Lisboa) por utilização de um avião de menor capacidade, a que sucedeu um aumento do movimento de e para Portugal em 2014 de 47,2% ou 60,4 mil, para 188,4 mil.
Do lado oposto, as companhias com maiores quebras do movimento de passageiros em voos entre Espanha e Portugal foram a Air Berlin, com menos 82,1 mil (-55,3%, para 66,3 mil), e a easyJet, com menos quase 75 mil (-27,2%, para 200,9 mil.
O ranking das companhias elaborado pelo PressTUR com base nos dados da AENA mostra a TAP na liderança, sendo a transportadora de 35,8% dos passageiros que voaram em voos comerciais entre os dois países ibéricos, em alta de 0,87 pontos relativamente a 2013.
Em nº 2 vem a Ryanair, com uma quota de 16,9%, menos 1,27 pontos que em 2013, porque teve uma quebra de passageiros em 1,4% ou cerca de 7,2 mil, para 491,3 mil.
A Iberia vem na terceira posição, com um ganho de quota de mercado de 0,21, pontos, para 12,2%, porque teve um aumento de passageiros em 7,8% ou 25,6 mil, para 354,7 mil.
A Vueling com o crescimento em 46,9% subiu para 4ª, com 9,1% dos passageiros, +2,54 pontos que em 2013, superando a easyJet, que teve uma quebra da quota de mercado em 3,15 pontos, para 6,9%.
A Air Europa subiu à 6ª posição seguida pela Air Nostrum, a primeira por um ganho de quota de mercado em 1,82 pontos, para 6,5%, e a segunda com +0,84 pontos, para 4,7%, ultrapassando a Air Berlin que em 2013 tinha sido a 6ª maior, mas em 2014 perdeu 3,13 pontos de quota de mercado, baixando para 2,3%.
O Top10 das companhias em passageiros voados entre Portugal e Espanha em 2014 ‘fecha’ com duas portuguesas, a White, companhia charter do grupo Omni, que em 2014 fez um conjunto de operações de e para Espanha para operadores turísticos com o qual somou 62,1 mil passageiros (2,1% do total) e a SATA Internacional, com 38,1 mil (1,3% do total).
Por aeroportos portugueses de partida/chegada dos voos, os dados da AENA mostram Lisboa com 65% do total de passageiros do ano de 2014 em voos comerciais entre Espanha e Portugal, sensivelmente a mesma quota de em 2013, seguido pelo Porto, com 29,7%, que ganhou 0,46 pontos, Faro, com 2,7% (-0,47 pontos), Funchal, com 1,7% (-0,32 pontos), Ponta Delgada, com 0,6% (+0,2 pontos), Terceira, com 0,2% (+0,04 pontos) e a ‘emergência’ de Porto Santo, com 0,1%.
Entre Espanha e Lisboa voaram 1,886 milhões de passageiros, +5,9% ou mais 105,7 mil que em 2013, e o Porto teve +7,6% ou mais 61 mil, somando 860,8 mil.
Os voos de e para Faro tiveram um decréscimo de 9,9% ou 8,5 mil, para 77,2 mil, e as ligações com o Funchal tiveram uma quebra em 10,3% ou 5,8 mil, para 50,8 mil, parcialmente compensada por o movimento em voos de e para o Porto Santo ter havido um aumento de 91, em 2013, para 2,7 mil, em 2014.
Os aeroportos açorianos tiveram ambos aumentos, em 58,1% ou 6,5 mil em Ponta Delgada, para 17,8 mil, e em 32,1% ou 1,5 mil na Terceira, para 6,4 mil.

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TAP ‘conquista’ Valência à Ryanair e é nº1
nas oito cidades espanholas para onde voa


Presstur 28-01-2015 (00h03) A TAP retirou em 2014 a liderança do tráfego de e para Portugal à Ryanair e, dessa forma, conseguiu ser a companhia líder das ligações com aeroportos portugueses nas oito cidades espanholas onde tem voos, de acordo com dados da AENA, gestora dos aeroportos espanhóis, recolhidos pelo PressTUR.
radicionalmente líder no transporte de passageiros de e para Portugal no Aeroporto de Barcelona El Prat, com a crise na Iberia alcançou essa posição também em Madrid Barajas.
Os voos de e para outros aeroportos espanhóis surgiram com a aquisição da PGA e já em 2013 a TAP era líder em A Coruña, Bilbau, Málaga e Sevilha, sendo a nº 2 em Valência, depois da Ryanair.
2014 foi assim o ano em que a TAP não só introduziu uma nova rota (Oviedo, Astúrias), como alcançou a liderança do tráfego de e para Portugal em todos os aeroportos espanhóis em que opera, por ter crescimentos em todos eles.
O maior aumento de passageiros em voos TAP no ano de 2014 foi no aeroporto espanhol onde tradicionalmente tem mais passageiros, Barcelona, com um aumento em 26,3 mil (+6,4%), para 437,2 mil.
Seguiu-se o aumento no Aeroporto de Sevilha, em quase 16 mil (+58,6%, para 43,3 mil), e, depois, no Aeroporto de Málaga Costa del Sol, com mais 13,5 mil, representando um crescimento relativo em 70,6% para 32,6 mil, que aliás foi destacado pela AENA ao fazer o balanço de 2014 no quarto maior aeroporto espanhol (para ver mais clique aqui). 
A introdução da linha de Oviedo, a partir de Julho, propiciou à TAP o quarto maior aumento de passageiros das rotas espanholas em 2014, pois transportou 9,4 mil passageiros, e seguidamente vieram os aumentos de seis mil passageiros nos voos de Valência (+13,7%, para 50,7 mil), de 4,8 mil na rota de Madrid (+1,2%, para 406,3 mil), de 4,5 mil na rota de A Coruña (+43,8%, para 14,7 mil) e de 1,5 mil na rota de Bilbau (+3,5%, para 43,6 mil).
Os aeroportos espanhóis em que a TAP enfrenta mais concorrência em voos de e para Portugal são, naturalmente, Madrid e Barcelona, embora também em Valência e Bilbau tenha concorrência de peso.
Em Madrid a sua principal concorrente é a antiga líder no tráfego de e para Portugal, a Iberia, que é a líder do maior aeroporto espanhol, com 10,96 milhões de passageiros (+1,2% que em 2013) e que em ligações com Portugal transportou 354,7 mil (+7,8% ou mais 25,8 mil).
Depois vêm a Ryanair, com 201,3 mil (-0,4% ou menos cerca de 700), A Air Europa, com 187,6 mil (+48,2% ou mais cerca de 61 mil), a easyJet, com 162,8 mil (-11,7% ou menos 21,7 mil), a Air Nostrum, com 117,2 mil (+17,3% ou mais 17,2 mil), e a SATA Internacional, com 14,3 mil (-12% ou menos cerca de dois mil).
O tráfego total entre Madrid Barajas e aeroportos portugueses foi de 1,454 milhões de passageiros, com um aumento em 6,6% ou 90,6 mil, parte do qual deve ser ‘creditado’ à realização em Maio da final da Champions em Lisboa, entre o Real Madrid e o Atlético de Madrid.
Em Barcelona El Prat a maior concorrente da TAP é a Vueling, que é a maior companhia do segundo maior aeroporto espanhol, com 13,7 milhões de passageiros (+12,6% ou mais 1,5 milhões que em 2013), e que em voos de e para Portugal transportou 252,9 mil (+40,9% ou mais 73,4 mil).
Os voos comerciais entre Barcelona El Prat e aeroportos portugueses transportaram em 2014 um total de 893,1 mil passageiros, com um crescimento em relação a 2013 em 14,4% ou 112,5 mil.
Depois de TAP e Vueling, as companhias que mais passageiros transportaram entre Barcelona e os aeroportos portugueses foram a Ryanair, com 195,8 mil (+7,1% ou mais 13 mil), e a SATA Internacional, com cerca de quatro mil (-17,2% ou menos cerca de 840).
Em Valência, onde em 2014 voaram de para Portugal 87 mil passageiros, em queda de 28,4% ou 34,5 mil, a concorrência da TAP é a Ryanair, que teve uma quebra de 31,8% ou 16,7 mil passageiros, para 35,9 mil, a que se somou a saída da easyJet, que em 2013 tinha transportado 22,5 mil passageiros.
Em Bilbau, a principal concorrente da TAP é a easyJet, que teve uma queda de passageiros em voos de e para Portugal em 4,4% ou 1,7 mil, para 37,1 mil, contribuindo para o crescimento do tráfego total de e para Portugal tenha ficado em 0,6% ou cerca de 500, para 88 mil passageiros.

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TAP ‘segura’ tráfego entre Portugal
e cidades secundárias espanholas


Presstur 28-01-2015 (00h02) Os voos para os aeroportos de A Coruña, Astúrias, Bilbau, Málaga, Sevilha e Valência foram decisivos para a TAP ganhar quota de mercado em 2014 no transporte de passageiros entre Espanha e Portugal, como a companhia portuguesa foi decisiva para que se mantenham essas ligações com interesse para o turismo e os negócios.
Cálculos do PressTUR a partir de dados da AENA, gestora dos aeroportos espanhóis, mostram que outras companhias que operavam voos entre essas cidades e Portugal tiveram no ano passado uma queda de passageiros nessas ligações em 44,1% ou 69,4 mil, mas que a queda do tráfego total ficou em 6,1% ou 18,3 mil, porque em voos TAP houve um aumento em 35,6% ou 51 mil.
Esse crescimento, por sua vez, significou para a companhia portuguesa um ganho de 1,5 pontos da quota do tráfego total entre Espanha e Portugal, que mais do que compensou a queda de 0,6 pontos nas rotas de Madrid e Barcelona, onde a ‘armada espanhola’ do IAG (Iberia em Madrid e Vueling em Barcelona), bem como a Air Europa, estiveram muito mais agressivas em 2014.
Em Madrid, embora mantendo-se líder e tendo crescido, a TAP perdeu 1,5 pontos de quota de mercado, para 27,9%, enquanto a Iberia ganhou 0,3 pontos, para 24,4%, a Air Europa subiu 3,6 pontos, para 12,9%, e a Air Nostrum, franchisada da Iberia para voos regionais, subiu 0,7 pontos, para 8,1%, que foram ganhar também à Ryanair (-0,97 pontos, para 13,8%) e á easyJet (-2,33 pontos, para 11,2%).
Em Barcelona, a quota de mercado da TAP baixou 3,7 pontos, para 49%, enquanto a Vueling subiu 5,3 pontos, para 28,3%, que também foi ganhar designadamente à Ryanair (-1,5 pontos, para 21,9%).



Cumprimentos;
MV
All clear to take off, Bons Voos

brunodias

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Não foi a ryanair que de certo modo abandonou um bocado espanha devido a 1 guerra de taxas??
Eu ouvi algo parecido, mas não tenho a certeza, mas pergunto porque as vezes as noticias vem com o gato escondido, mas deixam o rabo de fora

Alex

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Não foi a ryanair que de certo modo abandonou um bocado espanha devido a 1 guerra de taxas??
Eu ouvi algo parecido, mas não tenho a certeza, mas pergunto porque as vezes as noticias vem com o gato escondido, mas deixam o rabo de fora

O governo eleito na altura decidiu aumentar as taxas de forma abrupta, a Ryanair, Vueling e a easyJet (que entretanto acabou com a rota que tinha LIS-BCN e diminuiu frequências noutras) boicotaram a medida com o corte de frequências e desinvestimento.
Com esta guerra o Aeroporto Adolfo Suárez (Barajas-Madrid) perdeu mais de cinco milhões de passageiros num ano.
Como perceberam que não iam muito longe, o governo espanhol tem vindo a recuar, introduziu novos subsídios e pondera uma forte redução nas taxas. Segundo estimativas, em 2013 Barajas deveria ter recebido 60 milhões de passageiros, mas ficou-se pelos 39 milhões.

Quem beneficiou com isto foi a TAP.

Existem centenas de petições e debates para que a Ryanair e easyJet voltem a apostar em Espanha.
Lisboa começa agora a cometer os mesmos erros.

snoranora

  • Mensagens: 202
O aeroporto de Lisboa está praticamente no limite máximo da sua capacidade. Um aeroporto com apenas uma pista operacional e ainda por cima com os problemas com os Taxi ways não vai conseguir crescer muito mais que 20 Milhões/Ano. Com o crescimento de 2014 já chegou aos 18 Milhões. Qualquer companhia que queira servir Lisboa com horários decentes vai ter sérias dificuldades. Não existe margem para descontos sejam elas low costs ou regulares. Não se pode nem de perto comparar com Madrid e Barcelona que tem aeroportos com capacidade mais do que suficiente para acomodarem mais do dobro do tráfego atual. Caso se mantenham as taxas de crescimento de 2014 em Lisboa vai ter que surgir um 2 aeroporto e algumas companhias não terão outra opção, se quiserem continuar a crescer.

jopeg

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Caros,

In DN:
Citação

TAP aumentou o número de passageiros transportados


Novembro, mês da privatização, foi o primeiro com crescimento desde abril, quando foi anunciada a greve

O número de passageiros transportados pela TAP em novembro aumentou 8,3%, para 772 mil passageiros, o primeiro mês com crescimento desde abril, quando o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil anunciou uma greve de dez dias para maio.

Ainda assim, o crescimento durante o mês de novembro foi insuficiente para alcançar a recuperação anual do tráfego, com 10,544 milhões de passageiros transportados até 30 de novembro, menos 0,7% face ao mesmo período de 2014.

Em declarações à Lusa, fonte oficial da TAP realçou que novembro -- no dia 12 a TAP deixou de ser uma empresa pública -- foi "o melhor mês do ano", representando "o primeiro sinal de recuperação de confiança desde maio, em que o Sindicato dos Pilotos [SPAC] fez uma greve de dez dias".

"Logo em abril, altura em que a greve foi convocada, a confiança começou a cair e, agora em novembro, dá-se a recuperação com um sinal muito positivo", reforçou fonte da companhia.

O crescimento do número de passageiros aconteceu nos principais mercados da TAP, com especial incidência para a Europa (11%) e África (15%), mas também para os EUA (6%) e Brasil (2,5%).

Já a taxa de ocupação -- indicador de rentabilidade -- aumentou três pontos percentuais em novembro, atingindo os 80%, baixando para os 73,3% ao longo dos 11 meses.

Em novembro, 90% dos voos da TAP do 'hub' de Lisboa foram pontuais, o que é "mais um motivo de orgulho" para a transportadora, detida maioritariamente pelo consórcio Gateway, dos empresários Humberto Pedrosa e David Neeleman.

Assim, a pontualidade média desde o início do ano subiu para os 81%, adiantou a mesma fonte.

O acordo de conclusão da venda direta de 61% do capital da TAP foi assinado no dia 12 entre a Parpública, empresa gestora das participações públicas, e o agrupamento Gateway, na presença da então secretária de Estado do Tesouro, Isabel Castelo Branco, do então secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações, Miguel Pinto Luz.


Jopeg

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