ClearedForTakeOff

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Foi reolvido? Qual foi solução?

Jetstream

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Foi reolvido? Qual foi solução?

Liga para eles... ;)

Abraço my friend, nunca mais te apanhei!

nunopinheiro

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Tenho para mim que o mistério ficará para sempre...

tareias77

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Deve ser alguma "Twilight zone" algures no Atlântico que provoca esses eventos .
Chamem o Mulder e a Scully, assim resolvem o mistério.
Agora mais a sério, não foi levantada a hipótese de ser um isolante qualquer nos tubos, que com o calor deitavam cheiro, tendo sido esse material sido substituído pela Airbus?

finhinho

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Agora mais a sério, não foi levantada a hipótese de ser um isolante qualquer nos tubos, que com o calor deitavam cheiro, tendo sido esse material sido substituído pela Airbus?

Mas se foi, porque não emitem um documento a dizer isso?

Deixar isto como mistério não me parece que seja a melhor solução.

padilhasantos

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Há uma película azul para revestir peças feitas de aço inoxidável e é usada apenas para protecção até serem entregues ao cliente final. Essa película azul não sei se é usada na aviação mas é muito comum na indústria hoteleira para tapar grandes electrodomésticos e bancadas de inox. Com calor era bem capaz de começar a derreter.

Teoria da treta é certo mas ainda assim motivo suficiente para não ser dito em comunicado "esquecemos de tirar a película das peças que vieram da China"
« Última modificação: 23 de Agosto 2019, 23:26:42 por padilhasantos »


ClearedForTakeOff

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Foi reolvido? Qual foi solução?

Liga para eles... ;)

Abraço my friend, nunca mais te apanhei!

Andas em aviões "grandes" :)
Vou ligar já para o call center da Airbus, já te conto :P

Byte Boador

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Acho que deixaram de servir feijoada nos voos de e para o Brasil  ;D
“Success is not final, failure is not fatal.
It is the courage to continue that counts“

Winston Churchill

TAP153

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https://sol.sapo.pt/artigo/671925/sindicato-denuncia-manto-de-sil-ncio-sobre-gases-toxicos

Citação

Sindicato denuncia manto de silêncio sobre gases tóxicos

Em Inglaterra, o Unite acusa as companhias aéreas de taparem com ‘manto de silêncio’ as ocorrências durante os voos. Em Portugal, a TAP garante que as queixas de enjoos ‘baixaram drasticamente, para quase zero’.

A presença de gases tóxicos nas cabines de aviões já levou dezenas de tripulantes a avançarem com processos judiciais em Inglaterra. O sindicato britânico Unite The Union acusa as companhias aéreas de se esconderem num «manto de silêncio». Por cá, o número de reportes diminuiu, mas o sindicato português garante que ainda são apresentadas algumas queixas.

«O Unite está neste momento a dar apoio a 51 ações judiciais contra cinco companhias aéreas britânicas, que avançaram depois de os estudos feitos revelarem que o ar existente na maioria das cabines dos voos comerciais poder causar danos neurológicos irreversíveis e doenças crónicas em indivíduos com maior predisposição» para estes problemas, descreve, em comunicado, o sindicato britânico. «A indústria aeronáutica não pode continuar a fugir do caso dos gases tóxicos nas cabines, colocando em risco a saúde e segurança dos seus funcionários. O manto de silêncio tem de ser levantado», defende o Unite the Union.

Estes processos envolvem pilotos e tripulantes das companhias EasyJet, British Airlines, Thomas Cook, Jet2 e Virgin Atlantic. Em Portugal, o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) disse ao SOL «não ter conhecimento» de qualquer processo judicial.

 

Sindicato continua a receber queixas

A verdade é que, por cá, o mistério dos enjoos nos novos aviões da TAP continua.  O SNPVAC confirmou ao SOL que, apesar de o número ter diminuído, ainda são reportados casos de tripulantes que se sentem mal nos A330neo.

Segundo Luciana Passo, do SNPVAC, os problemas reportados têm a ver com o que se passa nestes aviões da TAP, mas não só. «Continua a haver casos [de indisposição a bordo], mas são muito mais esporádicos. Eventualmente não terá só a ver com o avião. O aparelho tem repercussões nos tripulantes, mas estes casos poderão também estar relacionados com o aumento da carga de trabalho e do esforço exigido» aos funcionários, explicou ao SOL.

Uma fonte da TAP revelou ao SOL que, de facto, os tripulantes têm sentido mais dificuldades: «São mais passageiros por avião e é exigido o mesmo trabalho. Ora, com mais pessoas para dar assistência, tem de haver um maior esforço da parte de quem trabalha. Os tripulantes estão a acusar o cansaço. Juntando isso aos problemas técnicos já falados, estamos perante uma situação que pode ser muito perigosa».

Em resposta ao SOL, a TAP garante que o número de casos já está «perto de zero»: «O reporte de queixas de tripulantes de cabina acerca de indisposição nos Airbus A330neo baixou drasticamente nos últimos meses estando agora perto de zero. Ainda assim, a TAP continua atenta a esta questão e a ter em prática as medidas recomendadas pela Airbus nesta matéria».

 

Problemas nos A330neo

O primeiro caso de enjoos foi reportado em fevereiro deste ano. Várias hospedeiras e comissários de bordo sentiam-se enjoados, maldispostos e fracos depois de fazerem viagens de longo curso nos A330neo, fabricados pela Airbus.

Em julho, o Diário de Notícias revelou uma carta enviada pela Airbus à TAP, na qual o fabricante reconhecia a existência de falhas técnicas nas aeronaves: a Airbus disse ter recebido relatos de «dois efeitos diferentes: cheiros pouco comuns e sintomas de desconforto, não havendo uma correlação entre os dois fatores». O fabricante disse ter detetado, durante os testes de voo, «que o arranque do motor poderia gerar odores na cabina», pois «algumas gostas de óleo poderiam ser libertadas no compressor de alta pressão». Estas seriam as responsáveis pelo «cheiro a óleo durante a fase de táxi, descolagem e subida».

A Airbus dizia na altura estar a adotar medidas para resolver este problema, mas a verdade é que, apesar de serem em menor quantidade, continuam a ser reportados casos. O SOL voltou a tentar contactar a Airbus para obter mais informações, mas sem sucesso.

 

Casos nas redes sociais

No início de agosto, o SOL revelou que este problema também estava a afetar os pilotos: a imagem de dois funcionários da TAP a aterrar um A330 com uma máscara na cara foi partilhada nas redes sociais. Confrontada com esta informação, a companhia aérea explicou que «não houve qualquer risco de segurança para clientes, tripulantes ou avião. As máscaras foram corretamente usadas, a título meramente preventivo e em conformidade com os procedimentos operacionais estabelecidos face à incerteza da origem do odor».

Dias depois, o SOL mostrou também o desabafo de uma hospedeira que usou as redes sociais para alertar para o que se estava a passar dentro dos A330neo. «Tive muitas dificuldades em subir as escadas do crew rest. Estava sozinha, fui a última a sair – por favor saiam sempre acompanhados, nunca vão para o crew rest sozinhos, nem fiquem lá sozinhos. Isto trata-se de segundos! Não estava a conseguir destrancar a porta do crew rest (provavelmente por estar desnorteada e fraca) e mais uns segundos poderia ter caído ali e estaria sozinha. Não sentia ar suficiente a passar na zona das portas dois! Sentia-me mais apertada e fui, então para as portas um, onde notei diferença», escreveu.

Casos como estes levaram a TAP a emitir uma nota interna, apelando «ao elevado sentido de responsabilidade, individual e coletiva, na utilização das numerosas plataformas disponíveis no mercado».

«O Regulamento das Operações de Voo (ROV) define claramente alguns princípios a observar no particular da captação e utilização de imagens, a saber, ‘No entanto, não é permitido a captação de imagens de tripulantes ou passageiros, salvo com expressa autorização dos envolvidos. Neste contexto, durante o PSV e quando ao serviço da empresa, os tripulantes não se devem envolver neste tipo de atividades lúdicas e de lazer, exceto em situações de caráter extraordinário e devidamente justificadas. Devem ainda abster-se de publicar ou partilhar publicamente fotografias ou filmagens que possam de alguma forma afetar a imagem ou credibilidade da TAP Air Portugal ou dos seus colaboradores. Na dúvida, deve ser obtida a necessária autorização junto das Chefias diretas’», refere a nota, assinada pelo diretor de Operações de Voo.

Após a publicação desta nota interna, a publicação da hospedeira foi retirada das redes sociais pela própria.



Tomás Ribeiro

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BSilva

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O Sol a tentar aproveitar uma noticia do Reino Unido para voltar ao tema da TAP, se repararem as companhias aereas que são alvo das queixas nenhuma tem A330 neo na frota

nunopinheiro

  • Mensagens: 4575
Se andarem uma páginas para traz encontram referências minhas a isto, já foi provado várias vezes que é treta...

Sobre o caso específico dos A330 neo da TAP.... Misteeeerio ;)

vabrant

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O Sol voltar a isto logo a seguir à divulgação de resultados do primeiro semestre? Hmmmm... Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay.
Quanto ao cheiro em si, num outro tópico andavam por lá umas pipocas queimadas, seria disso?

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