Icterio

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    • Melhor ter sorte do que perícia.
Pelo menos as autoridades suecas admitem os erros.  É o primeiro passo da aprendizagem.

Spark

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    • Atualmente, os veículos da internet são apenas 2: o hypetrain e o hatewagon. All aboard!!!
Sim, a Suécia errou... porque estava armada em carapau de corrida e pensava que tinha descoberto a pólvora. Afinal não. Pena terem o dobro dos óbitos mas se há coisa que nós sabemos é que os mortos não reclamam.

Fixed your post.

eascensao

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Nos voos para a Região Autónoma dos Açores, a partir do dia 20 de Novembro é obrigatório o preenchimento prévio de um questionário da Autoridade Regional de Saúde e a apresentação ao embarque de relatório de um teste diagnóstico (PCR) negativo PCR SARS-CoV-2 realizado nas 72 horas anteriores à partida do voo.

Reduzir-se-á assim :
- o risco de contágio no voo
- a despistagem/diagnóstico à chegada

É uma tentativa de acabar com os casos importados (pode sempre haver quem seja contagiado entre o teste e a viagem) e, com o tempo, acabar também com a transmissão local.


PS : O elo mais fraco na estratégia da Região Autónoma da Madeira têm sido os casos que se revelam positivos no diagnóstico à chegada e que criam cadeias de transmissão entre os momentos do teste e do resultado.

toto1100

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Vem hoje no Publico que em Napoles, face à falta de camas nos hospitais, já há serviços drive-in para administrar oxigenio e soro intravenoso (!!!).
Certamente tambem ja acontecia antes, tipo os camioes frigorificos à porta dos hospitais de Nova Iorque.

nunopinheiro

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Era só um gripezinha... :(

Ricardo Ferreira

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Acho que já não vale a pena bater mais no ceguinho

Hawks

  • Mensagens: 1095
Nos voos para a Região Autónoma dos Açores, a partir do dia 20 de Novembro é obrigatório o preenchimento prévio de um questionário da Autoridade Regional de Saúde e a apresentação ao embarque de relatório de um teste diagnóstico (PCR) negativo PCR SARS-CoV-2 realizado nas 72 horas anteriores à partida do voo.

Reduzir-se-á assim :
- o risco de contágio no voo
- a despistagem/diagnóstico à chegada

É uma tentativa de acabar com os casos importados (pode sempre haver quem seja contagiado entre o teste e a viagem) e, com o tempo, acabar também com a transmissão local.


PS : O elo mais fraco na estratégia da Região Autónoma da Madeira têm sido os casos que se revelam positivos no diagnóstico à chegada e que criam cadeias de transmissão entre os momentos do teste e do resultado.

-Do ponto de vista epidemiológico, o melhor modelo de todos seria o que vigorou em Março/Abril, com confinamento obrigatório de 14 dias em local designado pelas autoridades. Naturalmente, este modelo é agora incompatíevel do ponto de vista social e económico.

-A segunda melhor solução seria a exigência de um 2º teste entre o 5º e o 7º dia. Mas não havendo confinamento obrigatório entre a chegada e o 2º teste, existe um espaço de tempo alargado para contaminação local por parte daqueles que venham a positivar. Este era o modelo que estava em vigor nos Açores até ao momento e, ainda assim, não preveniu que neste momento os números de casos diários nos Açores sejam mais altos do que os da Madeira. O confinamento até ao 2º teste por parte de visitantes seria incompatível com a actividade económica.

- A exigência de teste à partida é eficaz para desbloquear os recursos regionais e fazer com que estes se dediquem apenas à testagem de cadeias de transmissão local. Mas é altamente penalizador para a actividade económica no caso madeirense. Nos principais mercados emissores (Reino Unido e Alemanha), mesmo que o viajante esteja disposto a gastar 170€ num teste, em muitas zonas dessas origens não o consegue assegurar no prazo de 72h estabelecido pelas autoridades.

- Ainda no caso da exigência de teste à partida, há sempre as excepções. Passageiros até 12 anos não têm e realizar teste. E se um madeirense ou açoriano se deslocar ao Reino Unido em trabalho, férias, visita a familiares, etc. E se não conseguir realizar um teste nessas origens quando voltar à Madeira? Não pode embarcar para voltar a casa? Não lhe são apresentadas alternativas? Chipre tinha um sistema semelhante ao que os Açores vai implementar agora. Mas criou uma excepção: residentes em Chipre não tinham que realizar teste na origem. Chipre está neste momento na lista de quarentenas do RU por causa da incidência elevada.

Como se sempre soube. Nenhum sistema é 100% eficaz. De qualquer forma, e agora que vamos com 10 meses de pandemia, podemos dizer que tanto o modelo da Madeira como o dos Açores têm sido eficazes. O objectivo foi sempre rastreabilidade e contenção e extinção rápida de cadeias de transmissão. Tanto quanto se sabe, não há transmissão comunitária quer num caso quer noutro. E ser ilha, por si só, não explica tudo. As coisas já estiveram bastante más nas Baleares e em Canárias, más em Malta e nas ilhas gregas maiores, etc.

eascensao

  • Mensagens: 638
-A segunda melhor solução seria a exigência de um 2º teste entre o 5º e o 7º dia. Mas não havendo confinamento obrigatório entre a chegada e o 2º teste, existe um espaço de tempo alargado para contaminação local por parte daqueles que venham a positivar. Este era o modelo que estava em vigor nos Açores até ao momento e, ainda assim, não preveniu que neste momento os números de casos diários nos Açores sejam mais altos do que os da Madeira. O confinamento até ao 2º teste por parte de visitantes seria incompatível com a actividade económica.

Medida anunciada pelo Governo Regional da Madeira para os estudantes que regressam à Madeira. Que ainda não se sabe como será operacionalizada. E ninguém acredita que numas férias de 10 a 15 dias, fiquem os primeiros 5 dias em casa. Sobretudo na Festa.

Nenhum sistema é 100% eficaz. De qualquer forma, e agora que vamos com 10 meses de pandemia, podemos dizer que tanto o modelo da Madeira como o dos Açores têm sido eficazes. O objectivo foi sempre rastreabilidade e contenção e extinção rápida de cadeias de transmissão. Tanto quanto se sabe, não há transmissão comunitária quer num caso quer noutro. E ser ilha, por si só, não explica tudo. As coisas já estiveram bastante más nas Baleares e em Canárias, más em Malta e nas ilhas gregas maiores, etc.

O nº de casos era maioritáriamente importado. Os casos de transmissão local tardaram. Mas começaram a surgir e nos Açores o caso mais evidente disso é o do surto com origem no bar de strip, na Madeira os casos que têm chegado às Escolas.
Mas sem dúvida exemplos na tentativa de contenção.

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